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Carlos Moedas apresentou três prioridades para pasta da Investigação e Ciência

O comissário indigitado por Portugal para a futura Comissão Europeia, Carlos Moedas, apresentou esta terça-feira no Parlamento Europeu as suas três prioridades para a pasta da Investigação, Ciência e Inovação.

Bruno Simão/Negócios
Lusa 30 de Setembro de 2014 às 10:19
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Carlos Moedas está a ser ouvido esta terça-feira, 30 de Setembro, perante o Parlamento Europeu, em Bruxelas, e na intervenção inicial, em que num tom pessoal apresentou o seu percurso de vida como o de "uma história europeia", disse que tem três prioridades para a pasta para que foi designado, a começar pela "criação de condições que permitam o potencial pleno" da investigação, ciência e inovação na Europa já que, afirmou, é ainda possível quebrar barreiras e atrair mais talento a nível global.

 

Segundo o comissário indigitado, é também importante concluir o Espaço Europeu de investigação e explorar sinergias com os fundos europeus para esta área e melhorar as estratégias entre os Estados-membros.

 

Sobre o programa Horizonte 2020, o maior programa orçamental gerido pela Comissão, com um orçamento de quase 80 mil milhões de euros, disse que é necessário assegurar que é "implementado de modo mais efectivo e eficiente" e afirmou querer simplificar procedimentos para atrair mais projectos.

 

A terceira prioridade passa por defender o "valor da excelência na ciência e investigação" capaz de criar uma nova geração de cientistas e investigadores.

 

O início do discurso de Moedas começou num tom mais intimista, recordando as suas origens numa pequena localidade até chegar à universidade, o objectivo pelo quais os seus pais lutaram, um percurso que disse ter sido marcado pela mobilidade geográfica e social possibilitada pela democracia e pela União Europeia.

 

Já o "momento definitivo" da sua vida, afirmou Carlos Moedas, foi o programa Erasmus que lhe permitiu estudar e viver em Pais.

 

No início deste 'exame' perante o Parlamento Europeu, o comissário indigitado por Portugal fez ainda questão de falar da sua passagem pelo Governo, em que como secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro foi um dos principais representantes do Governo nas negociações com os representantes da troika (Fundo Monetário Internacional, Banco Central Europeu e Comissão Europeia).

 

Segundo Moedas, nessa passagem pelo executivo, trabalhou "cada dia, cada hora, cada segundo para eliminar barreiras, eliminar procedimentos e criar novas oportunidades para as pessoas". 

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