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Economia britânica cresce no último trimestre de 2015 e fecha o ano em terreno positivo

A economia do Reino Unido fechou 2015 em terreno positivo, registando um aumento do produto interno bruto no último trimestre. Apesar de positiva, no entanto, a evolução global da economia foi inferior à registada em 2014.

17 Reino Unido
Inês F. Alves inesalves@negocios.pt 28 de Janeiro de 2016 às 11:11
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O produto interno bruto do Reino Unido aumentou 0,5% no último trimestre de 2015, acima dos 0,4% registados nos três meses anteriores, em linha com as estimativas dos economistas consultados pela Bloomberg e pela Reuters. A informação foi divulgada esta quinta-feira pelo Instituto Nacional de Estatísticas britânico esta quinta-feira.

A produção aumentou 1,9% entre Outubro e Dezembro de 2015 face ao período homólogo de 2014.

A impulsionar a evolução positiva do último trimestre do ano passado esteve sobretudo o sector dos serviços, que representa 79% do Produto Interno Bruto, tendo acelerado para 0,7%, dos 0,6% registados entre Julho e Setembro.

Estes números são reflexo da crescente confiança dos consumidores, que beneficiam do aumento do emprego, da queda dos preços do petróleo e no aumento dos salários reais, escreve a Bloomberg.

No global, a economia britânica cresceu 2,2% em 2015, abaixo dos 2,9% em 2014.

Segundo a agência Reuters, os números hoje divulgados devem acalmar os receios de um forte abrandamento da economia do Reino Unido, mas sugerem o país está longe do crescimento robusto registado nos dois anos anteriores.

Na semana passada, o Fundo Monetário Internacional estimou que o Reino Unido iria manter uma taxa de crescimento anual de 2,2% em 2016 e 2017, ligeiramente superior ao de outras economias desenvolvidas.

O Banco de Inglaterra deverá anunciar novas estimativas de crescimento e de inflação no próximo dia 4 de Fevereiro, assim como a decisão relativa à taxa de juro de referência, que se mantém inalterada nos 0,5% desde 2009, escreve a Bloomberg. 

Para Mark Carney, Governador do Banco de Inglaterra, há três factores fundamentais para justificar uma subida das taxas de juro, noemadamente: a economia britânica terá de crescer acima da média, os salários deverão subir mais e é preciso que a inflação suba. O responsável descartou a hipótese de um aumento das taxas de juro a curto prazo. 

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