União Europeia O Mapa da queda dos governos

O Mapa da queda dos governos

Em três anos, a crise da dívida da Zona Euro tem sido marcada por uma queda acentuada da popularidade dos governantes no poder. Oito já caíram, fragilizados pela perda de apoio popular ou político.

Os motivos são diversos, mas gravitam em torno do mesmo pilar: a falta de apoio para implementar políticas de austeridade. Alguns governos tiveram de cair para legitimar programas de ajustamento, outros caíram devido a rupturas na coligação ou outro tipo de perda de apoio parlamentar. Na Europa, a chegada ao poder tem sido sinónimo de quebras de popularidade. Um ciclo alimentado pela consolidação orçamental que se arrisca a tornar-se vicioso.

 

Nunca as democracias exigiram tanto dos seus cidadãos. Três anos de empobrecimento, aumentos de impostos e cortes no Estado Social têm testado os limites dos sacrifícios que os europeus são capazes de suportar. Mas não está a ser pacífico. Desde que explodiu a crise da dívida, quase metade dos países da Zona Euro já assistiram a quedas de governos e à marcação de eleições antecipadas. Afinal, a democracia está em risco ou nunca esteve tão forte?

 




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