Zona Euro Crise grega ao minuto, 10 de Julho: Parlamento grego deu luz verde ao Governo para negociar com os credores

Crise grega ao minuto, 10 de Julho: Parlamento grego deu luz verde ao Governo para negociar com os credores

O Governo liderado por Alexis Tsipras apresentou a proposta aos credores para receber um terceiro resgate, fazendo algumas cedências. Os investidores estão confiantes num acordo. O Executivo grego apresentou as propostas ao Parlamento, que foram aprovadas. As instituições credoras, por seu lado, fizeram uma avaliação "positiva" das medidas apresentadas. Acompanhe aqui os desenvolvimentos do dia.
A carregar o vídeo ...

03h06 – "O Governo tem sólido mandato para concluir as conversações com os credores no sentido de alcançar um acordo viável. Esta é a prioridade. Com o resto lidamos depois", afirmou Alexis Tsipras numa curta declaração.


Assim, quaisquer cenários de remodelação governamental, novos parceiros de coligação ou até mesmo eleições antecipadas não vão avançar, para já.

03h00 -
Em Atenas, são 5h da manhã. Os jornalistas aguardam no corredor pela declaração do primeiro-ministro.

02h40
- O The Guardian avança que Tsipras vai fazer uma declaração, muito em breve. São 04h40 em Atenas.


02h03 - 
Apenas 145 dos 162 deputados da coligação aprovaram o plano de Tsipras: oito abstiveram-se (nomeadamente o ministro da Energia, Panagiotis Lafazanis, e a presidente do parlamento grego, Zoe Konstantopoulou), dois votaram contra e sete não estiveram presentes. Nos termos da legislação parlamentar grega, os sete ausentes não são contabilizados como dissidentes, explica o The Guardian.

 

Analistas citados pelo jornal britânico falam que este resultado poderá obrigar a uma remodelação governamental. "A questão agora está em saber se Tsipras pode continuar com esta estrutura ou se precisa de novos deputados/coligação/eleições", comenta Nick Malkoutzis, vice-chefe de redacção da edição inglesa do jornal grego Kathimerini.




01h43 - 
Resultado oficial: 251 deputados votaram a favor de uma negociação com os credores, com base nas propostas enviadas por Alexis Tsipras. 32 votaram contra, 8 abstiveram-se e 9 não estiveram presentes (entre os quais o ex-ministro das Finanças, Yanis Varoufakis, que alegou questões familiares).


01h37 -
O parlamento grego aprovou as propostas que Tsipras enviou aos credores em troca de um terceiro resgate. 

01h36 - 
O Governo já perdeu 11 votos. O programa de Tsipras deverá ser aprovado com o apoio da oposição, o que constitui um sério revés para o Executivo. Poderá haver uma remodelação, sublinha a jornalista Niki Kitsantonis, que é correspondente em Atenas do New York Times e repórter da edição inglesa do jornal grego Kathimerini.

01h30 - 
O partido de Tsipras, o Syriza, tem 149 assentos no parlamento. O seu parceiro de coligação, o ANEL, conta com 13 assentos, o que dá 162 votos entre os 300 deputados. Por isso, o primeiro-ministro só pode "dar-se ao luxo" de perder 11 votos, após o que terá de contar com deputados da oposição para apoiarem o seu pacote de medidas de austeridade.

01h15 -
Até ao momento, há 7 "rebeldes" no Syriza. Tsipras pode mesmo precisar dos votos da oposição para conseguir que o seu pacote de austeridade passe no parlamento.

00h52 - 
A presidente (speaker) do parlamento grego, Zoe Konstantopoulou (do Syriza), terminou a sua alocução dizendo que vai abster-se na votação desta madrugada. Isto depois de ter lançado duras críticas aos credores da Grécia.

00h25 - 
Michael Michaelides, analista do Royal Bank of Scotland Group, também está preocupado com a possibilidade de não haver acordo no sábado. "O nosso receio tem sido sempre o de que haja um endurecer de posições por parte da Alemanha e da Holanda nas negociações", afirmou, citado pelo The Guardian. "O acordo, se bem que seja agora mais provável, não está ainda assegurado", salientou.


23h43 - 
A Reuters está já também a reportar que os credores de Atenas fizeram uma avaliação inicial "positiva" do plano de austeridade apresentado pelo Executivo helénico.

23h23 - 
Os credores internacionais da Grécia consideram que as mais recentes propostas apresentadas por Atenas são suficientemente positivas para constituírem a base de um novo programa de resgate, no valor de 74 mil milhões de euros, avança a AFP citando uma fonte comunitária.

22h40 - 
Ânimos ao rubro no parlamento. O antigo vice-primeiro-ministro Evangelos Venizelos grita a Tsipras, enquanto o primeiro-ministro fala, dizendo-lhe ‘estás a mentir!’.

Tsipras prossegue. "Lutámos pelos direitos do povo grego. Estou seguro de que esta batalha não foi em vão", afirma o primeiro-ministro, citado pelo The Guardian.

22h33 - 
Alexis Tsipras está a falar. Diz que, ao apoiar o seu plano de austeridade, a Grécia pode pôr para trás das costas a ameaça de uma saída do euro, podendo assim dar início ao processo de crescimento e investimento.

22h08 - O novo ministro das Finanças abriu o debate. Euclid Tsakalotos advertiu para as penosas consequências se não for selado um acordo. "Se nada mudar na segunda-feira, e se não desempenharmos todos a nossa parte para que haja um novo amanhecer, então teremos um grande problema", sublinhou.


22h00 -
O debate antes da votação já começou. Pode acompanhar em directo aqui.

21h36 - 
A estação grega Skai News avança que a votação no parlamento grego começará pelas 3h da manhã em Atenas (1h da manhã em Lisboa).

20h52 - 
Uma sondagem da Universidade da Macedónia para a Skai TV revela que 60,5% dos gregos apoia a permanência do país no euro, com o novo memorando, ao passo que 28% defende um Grexit e o regresso ao dracma.

20h35
- Mais de metade dos gregos receia o impacto de uma saída da Zona Euro. Segundo um inquérito da Skai TV, o risco de um Grexit faz com que 55,5% dos respondentes sinta medo, ao passo que 16,5% diz sentir esperança e 20,5% nada sente. 


19h33 - Nova manifestação ao cimo da praça Syntagma, mas desta vez para contestar as propostas que chegaram ao Parlamento pela mão do primeiro-ministro grego. "O Governo comete um grande erro ao propor este memorando, que não respeita o voto das pessoas. Não fizeram o que deviam ter feito", diz Christos, um estudante de informática filiado no Syriza, que segura uma tarja com a frase "63,1% votaram contra a austeridade".

Depois disto, voltaria a votar no partido?, pergunta a enviada do Negócios a Atenas. "Depende do que acontecer esta noite. Acho que a proposta vai passar com os votos da oposição, mas espero que [alguns] membros do Syriza votem contra", responde Christos.

19h29 - Já os restantes dois partidos com assento parlamentar deverão votar contra a proposta. Tanto o Aurora Dourada (17) como o Partido Comunista Grego (15) têm reiterado críticas à continuação de políticas de austeridade no país, não se esperando outra coisa que não a rejeição da proposta.

19h28 - A proposta que deverá ser votada pela noite dentro tem apenas um artigo e não aprova as medidas. Dá apenas mandato ao Governo para negociar com os credores, tendo a lista de medidas como "draft" em anexo. As medidas concretas terão de voltar, mais tarde, ao Parlamento grego. Por isso é que a questão interna é relevante.


19h27 - 
Esta sexta-feira o primeiro-ministro grego apelou à unidade. "Se chegámos aqui juntos, ou continuamos juntos, ou saímos todos juntos", afirmou Alexis Tsipras, citado pelas agências.

19h25 - 
Internamente, porém, a questão que se coloca é a de saber se a maioria é possível apenas com os votos dos partidos que suportam o Governo (Syriza e Gregos Independentes). Junta, a coligação tem 163 deputados, mas há cerca de uma dezena de votos do Syriza e dois a quatro dos Gregos Independentes que estão "em dúvida". Se estes dois partidos não conseguirem sozinhos uma maioria de 151 deputados a coligação pode ter problemas internos, especula-se. 


19h20 -
Além do Nova Democracia (que tem 76 deputados), também o To Potami (17) e o Pasok (13), já anunciaram que vão votar favoravelmente. Estes votos, juntamente com a maioria dos votos do Syriza (que tem um total de 149 deputados) poderão ser mais do que suficientes para deixar passar o projecto.

18h41 -
Segundo a enviada do Negócios em Atenas, nos corredores do Parlamento grego, é dada como certa a aprovação da proposta que dá autorização ao Governo para negociar as medidas. A grande questão que se coloca é se os votos dos partidos que suportam o governo serão suficientes para garantir, por si só, 151 votos num total de 300 deputados.

 

18h30 - Manifestação anti-austeridade em Atenas. Centenas de pessoas numa manifestação pelo "não à austeridade" estão a concentrar-se na praça Syntagma, em frente ao parlamento grego, onde esta noite decorrerá a votação para aprovar, ou não, o pacote de medidas propostas pelo Governo de Tsipras aos seus credores da troika na tentativa de obter um terceiro empréstimo.  

 

Muitos dos gregos que formam parte do protesto empunham bandeiras do sindicato comunista PAME. Já há alguns focos de tensão, com a polícia a controlar os ânimos.


18h24 - 
O ministro das Finanças da Grécia, Euclides Tsakalotos, defendeu a proposta grega enviada aos credores, afirmando que é melhor do que a primeira versão. Durante a sua intervenção no Parlamento, o ministro advertiu que este não é o "momento para celebrações ou triunfalismos", pois o Governo está convencido de que se trata "de um acordo muito difícil", e, por isso, "ninguém festejou o resultado do referendo". Por outro lado, Tsakalotos disse que acredita que "muitas" das exigências do seu país, no sentido de uma redução da dívida, vão ser aceites pelos parceiros da zona euro, que estão a ponderar um novo resgate.

16h37 - 
Mesmo que seja fechado um acordo entre Atenas e os credores este fim-de-semana, os banqueiros do país estimam que as principais instituições financeiras necessitam de uma injecção de capital entre 10 e 14 mil milhões de euros e não deverão abrir na terça-feira. Até ao final de segunda-feira os bancos têm uma almofada de 750 milhões de euros de liquidez para fazer face aos levantamentos, disse à reuters um banqueiro grego.


16h21- 
Um estudo do YouGov revela que a maioria dos cidadãos da Alemanha, Finlândia, Dinamarca, Suécia e também França, defendem que a dívida pública grega não deve ser renegociada. Sobre quem consideram ser o maior culpado pela actual crise grega – actual e antigos governos gregos; a troika; ou ambos com igual responsabilidade – a maioria dos inquiridos da Alemanha, Finlândia, Dinamarca, Suécia acreditam que os responsáveis pela situação da Grécia foram os seus próprios executivos governamentais. 


15h10 -
O principal partido da oposição, o Nova Democracia, já revelou que vai apoiar o Governo de Alexis Tsipras para que chegue a um acordo com os credores de forma a manter a Grécia na Zona Euro, de acordo com a Reuters.

 

15h05 – Os transportes vão continuar a ser grátis na próxima segunda e terça-feira. Contudo, durante o fim-de-semana é preciso pagar bilhete, revelam as autoridades gregas, citadas pelo Guardian. 


15h00 –
Vladimir Putin reiterou que a Grécia não solicitou ajuda à Rússia para resolver o problema de dívida e mostrou esperança que crise fique resolvida em brave. De acordo com a Reuters, o presidente russo perguntou onde estava a União Europeia quando os problemas na Grécia se estavam a acumular.

14h55 - O ex-ministro das Finanças da Grécia, Yanis Varoufakis, revela, através do Twitter que não estará presente na votação no Parlamento agendada para esta sexta-feira. E explica que em causa estão questões familiares, pedindo que não haja segundas interpretações. Varoufakis reitera também o seu apoio ao actual ministro das Finanças, Tsakalotos, especialmente no que se refere ao alívio da dívida. 


14h18 -
O ministro das Finanças da Finlândia desabafa no Twitter sobre a agitação que está a ser o seu dia. "Manhã e início de tarde ao telefone, ‘non-stop’. Amanhã Eurogrupo em Bruxelas".


14h17 - 
Michael Fuchs, companheiro de partido da chanceler Angela Merkel, insiste que "é claro que ‘Grexit’ ainda é possível". O militante da CDU diz estar "céptico" em relação à Grécia até porque não tem confiança no governo grego.

 

14h15 - No próximo dia 15 de Julho, a Grécia vai emitir 625 milhões de euros de bilhetes do Tesouro com maturidade a 13 semanas.  

13h59 -
O jornal grego Kathimerini avança que cinco deputados do Syriza estão a apelar ao voto contra a proposta ontem apresentada pelo governo helénico aos credores. Já o jornal Proto Thema refere-se a apenas três deputados da coligação de esquerda radical que se opõem às medidas enviadas para Bruxelas.

13h53 -
Jeroen Dijsselbloem anunciou que as instituições credoras irão pronunciar-se sobre a proposta grega ainda esta sexta-feira à noite. O presidente do Eurogrupo realça que ainda é necessário esperar pelo veredicto das instituições.

13h17 - 
O ministro das Finanças da Eslováquia, Peter Kažimír, reconheceu no Twitter que há alguns progressos na situação grega, "mas não é claro se vai ser suficiente". "A acompanhar os últimos desenvolvimentos e ouvindo os membros do Governo grego pode pensar-se o quão rápido uma lagarta pode transformar-se numa borboleta", refere ainda no Twitter. 


13h09 -
Uma eventual abertura formal de negociações com a Grécia sobre um terceiro programa de ajuda, a ser acordada no fim-de-semana, terá que ser submetida a aprovação parlamentar em seis Estados-membros da Zona Euro, entre os quais o Bundestag alemão, disse hoje um alto responsável da UE, citado pela Lusa

12h50 - O Governo alemão recusou omentar a última proposta da Grécia para um acordo com os credores e mostrou reservas quanto ao resultado da reunião do Eurogrupo de sábado, contrariando os sinais de otimismo de outras capitais europeias. "Não podemos ainda comentar o conteúdo" da proposta entregue na quinta-feira pela Grécia, afirmou Steffen Seibert, porta-voz da chanceler alemã, Angela Merkel, no encontro semanal com jornalistas em Berlim, de acordo com a Lusa.

12h45 -
 O principal índice da praça nacional está a acentuar os ganhos registados durante a manhã, subindo agora mais de 3%. No resto da Europa, o sentimento é de ganhos, com os investidores optimistas que a proposta da Grécia possa conduzir a um acordo.

11h42 - O ministro das Finanças de Itália, Pier Carlo Padoan, considera que estão a ser dados passos importantes na direcção de uma solução para Grécia, revelou no Twitter, esta manhã.


11h38 -
O presidente da União Europeia, Jean-Claude Juncker, vai realizar uma teleconferência às 12h de Lisboa com a directora-geral do FMI, Christine Lagarde, o presidente do BCE, Mario Draghi, e o presidente do Eurogrupo, Dijsselbloem, com a Grécia a ser o tema da conversa, revela Mina Andreeva, porta-voz de Juncker, através do Twitter.


11h16 - O novo resgate à Grécia deverá ser no montante de 59 mil milhões de euros, de acordo Maria Spyrakis, legisladora do Parlamento Europeu, que cita informações dos líderes europeus. Em declarações à estação grega Skai Tv, citadas pela Bloomberg, Maria Spyrakis diz ainda que os bancos gregos vão ter de ser recapitalizados em 20 mil milhões de euros.

 

11h14 – Jean-Claude Juncker recebeu esta manhã o líder do partido da oposição grega To Potami, Stavros Theodorakis, em Bruxelas. Já ontem o presidente da Comissão Europeia recebeu o Nova Democracia. 


10h38 –
A proposta grega será apresentada às comissões parlamentares às 15h locais (13h em Lisboa). O debate parlamentar está previsto começar às 19h locais e a votação deverá começar "muito tarde", revela uma jornalista do New York Times através do Twitter. 

 


10h36 - 
François Hollande considera que as últimas propostas apresentadas por Atenas são "sérias" e "credíveis". Na sua conta no Twitter, o Presidente francês assinalou que as propostas "demostram determinação [por parte da Grécia] em manter-se no euro". "Nada foi ainda feito, mas tudo pode ser feito. As negociações têm agora de resultar num acordo que respeite as regras europeias e os gregos, que já sofreram muito", acrescentou.



10h32 –
A Cimeira Europeia, que reúne os líderes dos 28 estados-membro, pode ser cancelada, se o Eurogrupo chegar a um acordo no sábado, revelou fonte oficial, citada pelo jornalista do Financial Times, Peter Spiegel.

 

 


09h56 –
Um deputado do Syriza influente, Dimitris Vitsas, disse, na televisão grega, acreditar que o partido vai manter-se unido e que será possível dar luz verde às propostas apresentadas ontem aos credores. Isto se os credores aceitarem o compromisso de discutir um alívio da dívida no Outono, segundo um jornalista do jornal grego Kathimerini.

 


9h28 -
A Bloomberg diz que o debate parlamentar na Grécia vai começar às 15h em Atenas (13h, em Lisboa)

09h09 –
O ministro da Economia de França, Emmanuel Macron, diz haver elementos que permitem que haja optimismo, mas considera que é preciso prudência. O responsável diz que foram feitos avanços nos últimos dias e que uma saída da Grécia do euro seria um passo atrás da Europa.


9h04 -
O presidente do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem, afirmou aos jornalistas que ainda é preciso avaliar se as propostas feitas pela Grécia são boas e que já foi pedido às instituições (BCE, Comissão Europeia e FMI) para avaliar as medidas apresentadas por Atenas. O responsável falava em Haia, nos Países Baixos. De acordo com a Bloomberg, o responsável admitiu que seja feito uma primeira análise por parte das instituições ainda esta sexta-feira.

8h52 –
Alexis Tsipras, que está a tentar conquistar a aprovação do Syriza da proposta entregue aos credores, deixa claro que não tem um mandato para retirar a Grécia da Zona Euro. "Estamos perante decisões cruciais. Temos um mandato para conseguir um acordo melhor do que o ultimato que o Eurogrupo nos deu, mas certamente não temos um mandato para tirar a Grécia da Zona Euro", afirmou Tsipras aos seus deputados, citado por uma fonte oficial do Governo, de acordo com a Reuters. 


8h49 –
Membro da coligação liderada por Angela Merkel considera difícil confiar na proposta de reformas grega. "Temos de ter muito cuidado porque, honestamente, tenho algum problema em confiar [na proposta grega]… qual é a diferença entre domingo e hoje? No domingo o povo grego votou contra estas medidas", afirmou um deputado alemão, Michael Fuchs, à BBC, citado pela Reuters.


8h47 –
Alexis Tsipras vai enfrentar esta sexta-feira o Parlamento, depois de ter enviado a proposta a Bruxelas que tem como objectivo ver aprovado um terceiro resgate, no montante que supera os 50 mil milhões de euros, e que prevê austeridade (entre cortes e receitas) no valor de cerca de 12 mil milhões de euros.


8h36 -
 As bolsas europeias arrancaram a sessão com ganhos expressivos e os juros estão a cair, depois de ontem a Grécia ter enviado a Bruxelas as suas propostas de reformas económicas que visam a obtenção de um novo resgate, desta vez no valor de, pelo menos, 53,5 mil milhões de euros.

A proposta enviada a Bruxelas ainda é vaga na linguagem, mas oferece cedências
 nas pensões e nas taxas do IVA, incluindo a possibilidade de abolição progressiva da redução aplicada nas ilhas. Já nas despesas militares, Atenas quer metade dos cortes exigidos pela troika. Em troca deste pacote de austeridade, pede "pelo menos" 53,5 mil milhões de euros de novos empréstimos aos parceiros do euro.


(Notícia em actualização)




pub

Marketing Automation certified by E-GOI