Zona Euro Crise grega ao minuto, 13 de Julho: Acordo leva à primeira demissão no Governo grego

Crise grega ao minuto, 13 de Julho: Acordo leva à primeira demissão no Governo grego

Após uma maratona negocial de mais de 17 horas, os líderes europeus chegaram a acordo. Merkel garante que já não há necessidade de um plano B e que a ameaça de um "Grexit" deixou de estar em cima da mesa. O BCE manteve linha de liquidez e as autoridades gregas vão prolongar o controlo de capitais e manter a banca fechada. Entretanto houve a primeira demissão do Governo. Acompanhe os desenvolvimentos.

23h26 - Depois de no passado dia 30 de Junho a Grécia ter falhado o pagamento ao FMI do acumulado das quatro parcelas vencidas nesse mês, que ascendia a cerca de 1,6 mil milhões de euros, o país voltou a falhar um reembolso. O Fundo decretou mais um atraso, mas vai analisar o pedido de adiamento dos pagamentos.


21h15 - 
O ministro britânico das Finanças, George Osborne, rejeitou a ideia de contribuir para um empréstimo de emergência, o chamado financiamento-ponte, ou de curto prazo, a ser atribuído a Atenas antes de ser formalizado um terceiro pacote de ajuda.


19h55
Vice-ministro dos Negócios Estrangeiros, Nikos Hountis, apresentou a sua demissão do Governo e da bancada parlamentar do Syriza. Será substituído no Parlamento pelo jornalista Giorgos Kyritsis, revela o jornal grego Kathimerini. Esta é a primeira queda no Governo grego desde que foi alcançado o acordo com vista ao terceiro resgate.

19h24
A central sindical grega do sector público, Adedy, apelou hoje à participação numa greve de 24 horas na quarta-feira, contra as novas medidas de austeridade que deverão ser votadas nesse dia, em cumprimento do acordo estabelecido em Bruxelas.

19h00 A ministra das Finanças de Portugal explicou que a forma como será feito o empréstimo ponte a Atenas ainda não está decidida, estando a ser analisada do ponto de vista técnico os instrumentos disponíveis. Mas uma coisa é certa: a aprovação é urgente e tem de estar fechada esta semana

18h54 O Partido Ecologista Os Verdes considera "inaceitáveis as imposições feitas pela União Europeia à Grécia", argumentando que a União Europeia "desrespeita a vontade e as aspirações dos povos", nomeadamente a recusa dos gregos expressa em referendo.


18h45
Os ministros das Finanças do euro concentraram-se, esta segunda-feira, no empréstimo de curto prazo que será concedido à Grécia. Contudo, ainda não há conclusões e Jeroen Dijsselbloem, presidente do Eurogrupo, garante que "não vai ser fácil" encontrar uma solução para esse financiamento.

18h40
O PCP criticou esta segunda-feira o acordo alcançado para um terceiro programa de ajuda financeira à Grécia, que classificou de "processo de chantagem, desestabilização e asfixia financeira", acrescentando que tirou partido de "incoerências" do Governo grego.


17h39
O papa Francisco considerou hoje "justa" a posição de partida do governo de Alexis Tsipras em relação à situação da Grécia, em declarações à imprensa no avião em que regressava da sua viagem à América do Sul. "Os governantes gregos que conduziram (o país) a essa situação de dívida internacional têm responsabilidade e o novo governo grego iniciou uma revisão justa", disse o papa. 

17h11 - Eurogrupo já terminou com a reeleição do holandês Jeroen Dijsselbloem presidente do órgão que reúne os ministros das Finanças da Zona Euro. O espanhol Luis de Guindos perdeu a votação. Dijsselbloem agradeceu já aos seus colegas pela confiança.


16h27 - Alexis Tsipras, primeiro-ministro da Grécia, marcou um encontro de emergência com membros do Governo helénico, de acordo com a correspondente do The Guardian, em Atenas, que cita assistentes do chefe de Governo. Neste encontro, que estará já a decorrer, estão presentes, entre outros, o ministro das Finanças, Euclid Tsakalotos, e Nikos Filis, representante parlamentar do Syriza. O The Guardian escreve que a inclusão de Filis sugere que no encontro o tema dos dissidentes do partido poderá ser abordado.


16h07 - 
O director de comunicação do Fundo Monetário Internacional (FMI), Gerry Rice, emitiu uma breve nota em que assinala que "depois da participação da directora-geral nas discussões sobre a Grécia em Bruxelas durante o fim-de-semana, (Christine Lagarde) informou o Conselho Executivo dos resultados que reflectem o comunicado dos líderes europeus". "O FMI está preparado para trabalhar com as autoridades gregas e com os parceiros europeus para ajudar nestes esforços", acrescentou.


15h22
Yanis Varoufakis, antigo ministro das Finanças da Grécia, não poupa críticas ao Eurogrupo – uma orquestra muito bem afinada, que tem como maestro o ministro das Finanças alemão, Wolfgang Schäuble. O ex-governante acusa os antigos homólogos de não quererem negociar e de não terem dado alternativa à Grécia. Numa entrevista à revista New Statesman – a primeira desde que se demitiu do cargo de ministro das Finanças da Grécia – Yanis Varoufakis confessa sentir-se "no topo do mundo" e "aliviado" por já não ter de negociar com os credores internacionais.

 

15h00 As principais praças do outro lado do Atlântico arrancaram a sessão em terreno positivo, em linha com o sentimento que se vive nas bolsas do Velho Continente depois da Grécia ter alcançado um acordo com os credores internacionais para o início das negociações de um terceiro resgate. O Dow Jones soma 0,77% para os 17.897,9 pontos, o Nasdaq avança 0,85% para 5.040,10 pontos e o S&P 500 sobe 0,6%. Na Europa, o índice de referência, o Stoxx 600, avança 1,56% para os 394,86 pontos. Sendo que, as valorizações no Velho Continente sejam lideradas pelo principal índice francês, CAC 40, que cresce 1,79%.

 

14h56 O governo alemão recusou hoje que a imagem do país tenha sido prejudicada pelas negociações da crise grega, no fim-de-semana, sublinhando que o acordo não é uma advertência para outros membros da zona euro. O porta-voz do executivo alemão, Steffen Seibert, disse que o acordo foi unânime e o texto final não contém "nada de exótico", e apenas sublinha os "princípios fundamentais" do bloco. Seibert, citado pela Lusa, falava com os 'media' à chegada da cimeira de Bruxelas.

 

14h55 O acordo europeu com a Grécia é importante para a segurança deste país e dos seus aliados da NATO, considerou hoje o secretário-geral da Aliança Atlântica, Jens Stoltenberg. "Saúdo este acordo porque penso que ele é importante para a economia grega, mas também para o conjunto da Europa e da NATO", declarou à imprensa em Ljubljana, de acordo com a Lusa.

 

14h50 A reunião dos ministros das Finanças da Zona Euro começou com cerca de meia hora de atraso. O anúncio voltou a ser feito pelo ministro das Finanças da Finlândia, no Twitter.  

14h29 – Moscovici voltou a falar com os jornalistas afirmando que o acordo alcançado durante a madrugada deste domingo, "permitiu manter a Grécia na Zona Euro". É "um acordo exigente", mas "equilibrado". O comissário do euro, salientou a necessidade de se restaurar a "confiança dos outros 18" estados-membros na Grécia. "Vamos discutir o empréstimo ponte", este é um dos temas do Eurogrupo. "Vamos explorar as opções" que existem. 


14h28
 - Pierre Gramegna, ministro das Finanças do Luxemburgo, afirmou que "não há ainda uma solução" para o empréstimo ponte para a Grécia enfrentar as necessidades de financiamento de curto prazo, "mas temos que encontrar uma agora". Sobre o acordo alcançado na cimeira europeia, o ministro diz que é sinal que "a Europa funciona".

14h25 - Michel Sapin, ministro francês das Finanças, realça que a questão da dívida vai ser discutida esta segunda-feira. Tendo acrescentado que o acordo definiu um "programa exigente" e que ainda é preciso "muito trabalho".


14h19 - O ministro das Finanças da Eslováquia, Peter Kazimir, só se pronunciou sobre a votação do presidente do Eurogrupo, revelando que vai apoiar Dijsselbloem. "Gosto do estilo. É um tipo simpático." Além disso, "ajudou-nos a navegar durante a crise. Fez um excelente trabalho", acrescentou.

14h15 - O comissário europeu Carlos Moedas disse que hoje é "um grande dia para a Europa e para a Grécia", na sequência do acordo de princípios alcançado em Bruxelas, que permite manter o país na zona euro. "Foi uma noite difícil e foram semanas muito difíceis, mas penso que a Europa provou que conseguimos chegar a um compromisso", declarou o comissário aos jornalistas, em Lisboa, à margem de uma conferência na Fundação Calouste Gulbenkian.

 

14h14 - A porta-voz do Bloco de Esquerda (BE), Catarina Martins, afirmou hoje que a cimeira da zona euro foi "um verdadeiro golpe de Estado", considerando o acordo de princípio para um novo resgate uma imposição do estilo "colonialista". Catarina Martins disse que aquilo a que se assistiu durante a cimeira da zona euro, iniciada domingo à tarde e que terminou hoje de manhã com um acordo de princípio para um resgate para três anos, "não foi um acordo, foi uma imposição".

14h13 – Luis de Guindos, ministro das Finanças de Espanha, considera o acordo com a Grécia "positivo", "no sentido em que dá uma oportunidade para que a Grécia se mantenha no euro." Mas, alerta, cumprir as "regras é fundamental." O ministro espanhol diz que actualmente a Europa "está muito melhor do que estávamos."


14h07 -
Stubb diz que será muito difícil aprovar um empréstimo ponte uma vez que há muito Parlamentos que não têm mandato para emprestar mais dinheiro sem contrapartidas. 


14h07 - 
De acordo com a Reuters, que está a citar responsáveis da banca grega, os bancos vão ficar fechar fechados mais dois dias (até quarta-feira inclusivé). Antes disso será reconsiderado se haverá novo prolongamento. O objectivo agora passa por abrir os bancos na quinta-feira", disse uma fonte bancária à Reuters.

14h05 - Pierre Moscovici, comissário europeu, considera que o acordo alcançado este domingo é "exigente", mas que "resulta da urgência actual." O comissário do euro salientou, mais uma vez, que o Governo grego deve votar no Parlamento o acordo alcançado ontem e só depois se voltará à mesa das negociações. "É um momento importante", salientou à entrada do Eurogrupo. 


14h02 –
O Financial Times está a avançar com detalhes das reuniões das reuniões bilaterais que ocorreram na última madrugada. Numa delas, em que Merkel e Tsipras se preparavam para sair devido à falta de entendimento, o presidente do Conselho Europeu terá afirmado: "Desculpem, mas não há maneira de vocês saírem desta sala". Uma fonte europeia que esteve presente numa das reuniões afirmou ao FT que Tsipras foi "crucificado".

14h01 -
Edward Scicluna, ministro das Finanças de Malta, congratulou-se com o acordo alcançado esta madrugada, lembrando que um "grexit" já não era tabu e estava em cima da mesa do Eurogrupo. "Tinhamos o precipício à frente e andamos para trás", afirmou o ministro, destacando que este é um acordo fechado com "consenso que nos dá segurança que os governos, sobretudo os mais cépticos, pelo menos dêem tempo" ao Governo grego para implementar algumas medidas e depois negociar o resgate. Sobre o financiamento ponte para a Grécia, Scicluna disse que não deverá ser um problema e tem que ser analisado numa base diária. 

13h40 O ministro das Finanças belga, Johan Van Overtveldt, foi parco em palavras à entrada do Eurogrupo. Lembrou que o acordo alcançado pelos líderes europeus na última madrugada "prevê a adopção imediata de medidas por parte do governo grego" e o financiamento de emergência de a conceder nos próximo dias depende dessa aprovação de medidas pelo parlamento grego. O ministro belga afirmou que "o acordo tem que ser executado" e "devemos esperar que o governo grego cumpra o que acordou".

13h37 "Estou orgulhoso de estar ao lado de François Hollande por hoje ter alcançado o que há uma semana parecia impossível. É uma vitória para a Europa", afirmou o primeiro-ministro francês. Manuel Valls revelou que o parlamento francês vai votar o acordo alcançado hoje na próxima quarta-feira. 


13h01
O Banco Central Europeu decidiu manter a Linha de Liquidez de Emergência (ELA, na sigla original) nos 89 mil milhões de euros, avança a agência Bloomberg. 


13h00 - Começam a chegar os ministros das Finanças da Zona Euro para a reunião de Eurogrupo ordinária. O principal tema de agenda é a eleição do presidente do Eurogrupo. O primeiro a chegar foi o ministro da Finlândia. 

Alexander Stubb, ministro das Finanças da Finlândia, diz não esperar "grande drama" na votação desta segunda-feira, sobre o próximo presidente do Eurogrupo. Antevê mesmo que no final haja "unanimidade" na decisão. "Temos dois candidatos", referindo-se ao actual presidente, Jeroen Dijsselbloem, e ao ministro das Finanças de Espanha, Luis de Guindos. Sendo que ambos "são experientes e profissionais", salientando que ambos "mostraram os dentes nesta crise do euro." "Tenho muito respeito pelos dois. A Europa vai sair a ganhar independentemente do que acontecer", salientou aos jornalistas. 

O ministro finlandês das Finanças considera que o acordo assinado com a Grécia "é um bom acordo. Porque tem fortes condicionalidades com base em pilares" robustos. "O mais importante é que antes de" se fechar definitivamente o acordo "o Parlamento grego tem de aprovar este pacote" de medidas. "Espero que o Parlamento grego aprove este pacote", sublinhou. Stubb realçou que "há muitos Governos e Parlamentos que não têm mandato para dar mais dinheiro ou para dar dinheiro de forma incondicional. Esperemos que seja encontrada uma solução." A Finlândia tem sido apontada como um dos países com posição mais dura em relação à Grécia. O ministro das Finanças rejeitou esta visão, afirmando que "podemos mostrar solidariedade se houver compromisso, se houver confiança."


12h55
O Governo grego vai esta segunda-feira anunciar um novo prolongamento do fecho dos bancos e do controlo de capitais. A notícia está a ser avançada pela Bloomberg, que cita uma fonte oficial do ministério das Finanças grego, dando conta que ainda não está decidido por quantos mais dias os bancos ficarão fechados. O ministro da economia grego disse no fim-de-semana que mesmo quando os bancos abrirem, continuarão em vigor por pelo menos mais dois meses as medidas de controlo de capitais. Os gregos podem no máximo levantar 60 euros por dia das duas contas.  


12h47
O parlamento alemão vota na próxima sexta-feira o acordo alcançado hoje em Bruxelas, avança a agência France Presse, citada pelo The Guardian.


12h37
Alexis Tsipras reúne-se esta tarde com o líder do partido da coligação, Panos Kammenos, avança o jornal grego Kathimerini.

10h39
O Conselho Europeu já disponibilizou o documento oficial da cimeira dos líderes da Zona Euro, que contém as medidas que Atenas vai ter que implementar como contrapartida do terceiro resgate. 


10h20
A chanceler alemã anunciou que vai recomendar "com forte convicção" que os deputados do parlamento alemão autorizem o início das negociações para um terceiro resgate à Grécia. Não se sabe ainda quando o Bundestag irá pronunciar-se, uma vez que primeiro o parlamento grego terá que aprovar, até quarta-feira, uma série de medidas.

10h10 A saída da Grécia da Zona Euro foi evitada por pouco. "Ontem à noite, arriscámo-nos a caminhar para um Grexit. Houve alguns momentos durante os quais, se tivesse de apostar, iria apostar no falhanço das negociações e na ausência de um acordo, com a Grécia a abandonar a Zona Euro", admitiu o primeiro-ministro Matteo Renzi, citado pela Bloomberg. O "bom-senso" permitiu que se alcançasse um entendimento.

Nas suas declarações, Renzi disse que se opôs à colocação do fundo com activos gregos no Luxemburgo. Este fundo, que irá conter activos que terão de ser rentabilizados, por exemplo através da privatização, será sediado em Atenas. 


10h06
O ministro grego do Trabalho, Panos Skurletis, admitiu que o país pode voltar a ter eleições ainda este ano. "Neste momento, há um problema com a maioria governamental", afirmou Skurletis, referindo-se às dissidências internas provocadas pelas negociações com os credores. 


9h41
O primeiro-ministro grego Alexis Tsipras considera que o acordo alcançado foi difícil mas defendeu que, com ele, se evita o colapso do sistema financeiro
 
9h30
O primeiro-ministro português diz que foi sua a ideia que acabou por vingar no plano de privatizações da Grécia e rejeitou a ideia de que Atenas tenha sido alvo de ameaças ou humilhação. "Devo dizer até que, curiosamente, a solução que acabou por desbloquear o último problema que estava em aberto, que era justamente a solução quanto à utilização do fundo [de privatizações], partiu de uma ideia que eu próprio sugeri. Quer dizer que até tivemos, por acaso, uma intervenção que ajudou a desbloquear o problema", disse Passos Coelho, numa conferência de imprensa no final da cimeira da zona euro, citado pela Lusa.

 

9h29 O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, anunciou que está completamente afastada a ameaça de uma saída da Grécia da zona euro, o chamado 'Grexit'. "Chegámos a acordo, o acordo foi trabalhoso, demorou muito tempo a alcançar, mas está feito. Não haverá 'Grexit' e estamos satisfeitos quanto ao fundo e à substância dos resultados que se conseguiu alcançar", sublinhou Juncker, na conferência de imprensa final da cimeira da Zona Euro, citado pela Lusa.


09h29
François Hollande confirmou, segundo o The Guardian, que o acordo vai incluir um reescalonamento da dívida grega através de uma extensão das maturidades dos empréstimos. 


09h11
A chanceler alemã, Angela Merkel, considera que "a confiança tem de ser reconstruída e as autoridades gregas têm de assumir as responsabilidades pelo que acordaram". Em declarações aos jornalistas após a maratona negocial de 17 horas, Merkel defendeu ainda que não há motivos para duvidar que a Grécia não tomará medidas e sustentou que não há um plano B depois de Atenas se ter comprometido com o acordo.

 

09h04 "Hoje tínhamos apenas um objectivo: alcançar um acordo. E após 17 horas, conseguimos. Podemos dizer que temos um aGreekment", afirmou Donald Tusk numa conferência de imprensa conjunta com Jean-Claude Juncker e o presidente do Eurogrupo. Segundo Tusk, os ministros das Finanças da Zona Euro, que voltam a reunir na próxima quarta-feira, vão agora começar a negociar um empréstimo de curto-prazo à Grécia. 


09h02
Em declarações à Bloomberg TV, Christine Lagarde afirmou que este acordo é um "bom princípio para reconstruir a confiança"

08h58
Eram 08h03, hora de Lisboa, quando Donald Tusk escreveu na sua conta do Twitter que a cimeira do euro tinha "de forma unânime alcançado um acordo". "
Está tudo preparado para um programa do Mecanismo Europeu de Estabilidade para a Grécia, com reformas sérias e com apoio financeiro", afirmpi o presidente do Conselho Europeu.


08h57
Quatro minutos depois, era a vez do primeiro-ministro de Malta confirmar, também no Twitter, que um acordo tinha sido alcançado. 


08h55
O primeiro-ministro belga, Charles Michel, foi o primeiro a anunciar que os líderes da Zona Euro tinham chegado a acordo. Eram 7h39 quando Michel escreveu na rede social Twitter: "Acordo".   




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