Finanças Públicas Economia portuguesa cresceu 0,9% em 2014

Economia portuguesa cresceu 0,9% em 2014

Portugal deverá ter fechado 2014 com a economia a crescer 0,9%, segundo a primeira estimativa rápida do Instituto Nacional de Estatística. A desaceleração do consumo privado no final do ano ditou um crescimento de 0,7% entre Outubro e Dezembro, inferior ao dos trimestres precedentes.
Economia portuguesa cresceu 0,9% em 2014
Bruno Simão/Negócios
Elisabete Miranda 13 de fevereiro de 2015 às 09:40

Depois de ter passado três anos a recuar, a economia portuguesa regressou a terreno positivo no ano passado, com o PIB a avançar 0,9%.

 

Segundo a estimativa rápida do Instituto Nacional de Estatística (INE), libertada na manhã desta sexta-feira, a economia portuguesa registou um avanço de 0,9% em volume. Este valor, que ainda está sujeito a uma confirmação posterior, fica ligeiramente abaixo da última previsão do Governo - que esperava ter fechado o ano com o PIB a crescer 1%, à semelhança da previsão da Comissão Europeia – e em linha com a antecipação do Banco de Portugal.

 

O valor anual foi influenciado pelo comportamento da economia no último trimestre do ano, um período em que perdeu algum fulgor. Entre Outubro e Dezembro o PIB avançou 0,7% em termos homólogos, um crescimento menor do que o que tinha sido registado nos três trimestres anteriores (1%, 0,9% e 1,1%, respectivamente) também em comparação com igual período do ano anterior.

 

Segundo o INE, este resultado deve-se a ao contributo menos positivo da procura interna, nomeadamente do consumo privado, que nos últimos meses do ano cresceu menos do que no trimestre anterior.

 

Em cadeia, isto é, quando comparado com os três meses imediatamente anteriores, a economia avançou 0,5%.

 

Embora Portugal acabe o ano com um crescimento anual igual ao da média dos parceiros comunitários (0,9%), como também foi divulgado esta manhã pelo Eurostat, na recta final de 2014 a economia nacional acabpou por perder algum ritmo. Só a Itália, Finlândia, Chipre (estes três em terreno negativo), Áustria e França registaram um crescimento trimestral homólogo mais fraco do que o português. 

 

 




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