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Estado reduziu em um terço as dívidas em atraso aos fornecedores

Relatório da UTAO aponta para que o stock de dívidas em atraso tenha sofrido uma redução “assinalável”, devendo-se os maiores contributos às regularizações realizadas pela administração regional e hospitais-empresa.

Novas soluções, novos hábitos
Eva Gaspar egaspar@negocios.pt 05 de Fevereiro de 2013 às 12:23
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A Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) calcula que o stock de “pagamentos domésticos em atraso” se tenha reduzido em cerca de um terço ao logo de 2012, o que traduz um desenvolvimento “assinalável”.

 

As contas da UTAO decorrem dos valores de Novembro, no qual as dívidas em atraso ascendiam a 3.809 milhões de euros, menos 915 milhões do que o verificado no final de 2011, e da informação provisória relativa ao mês de Dezembro, segundo a qual as dívidas em atraso ter-se-ão reduzido em cerca de 650 milhões de euros, devendo-se os maiores contributos à administração regional (331milhões) e aos hospitais EPE (205 milhões).

 

“A confirmarem-se estes dados provisórios, o stock de dívida em atraso ter-se-á reduzido em cerca de um terço ao longo do ano 2012”, lê-se no relatório final sobre a execução orçamental de 2012, na óptica da contabilidade pública, ontem divulgado.

 

A redução destas dívidas em atraso beneficiou sobretudo do programa de regularização extraordinária de dívidas do Serviço Nacional de Saúde (1.500 milhões de euros) e dos empréstimos do Estado à administração regional. Mas “ainda que a redução de dívidas verificada em 2012 seja de assinalar, será necessário aguardar pelos próximos meses para avaliar a eficácia do novo sistema de controlo de compromissos para o cumprimento das metas quantitativas previstas no Memorando Técnico de Entendimento" com a troika, adverte a UTAO.

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