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Governo justifica com as PPP os fracos progressos no corte de consumos intermédios

O secretário de Estado Adjunto e do Orçamento concorda que os números não parecem mostrar um ajustamento da rubrica conhecida como "gorduras do Estado", mas justificou-o com a evolução de gastos com as parcerias público-privadas (PPP).

Bruno Simão/Negócios
Nuno Aguiar naguiar@negocios.pt 09 de Setembro de 2014 às 11:41
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Em resposta a uma pergunta do Partido Socialista, que acusava os consumo intermédios de estarem iguais ao último ano completo de Governo PS, Hélder Reis reconheceu que "a análise está bem feita", mas que comparar dois extremos de uma série é "um erro". "Há dinâmicas dentro do orçamento que têm vida própria. Dentro dos consumos intermédios há dinâmicas que têm vida própria, como são as PPP", explicou.

 

Hélder Reis refere-se a contratos anteriores de PPP que têm impactos automáticos nas contas públicas, sem que isso tenha sido provocado por qualquer decisão do Executivo. Segundo uma análise do Conselho de Finanças Públicas de Abril, os encargos do Estado com PPP cresceram, em 2013, 50% face a 2012. 

 

O Executivo justifica assim o facto de não se ter observado uma descida significativa dos consumos intermédios. "Há um conjunto de variáveis que já está definido e acaba por evoluir", acrescentou. "Houve poupanças em algumas variáveis para compensar outras que vão crescer."

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