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Maria Luís Albuquerque: Portugal não terá um "crescimento contínuo e sem sobressaltos"

Maria Luís Albuquerque e Paulo Portas argumentaram esta terça-feira, 9 de Setembro, no Parlamento que a situação da economia portuguesa já não é de emergência, embora ainda sobrem desafios por ultrapassar.

Miguel Baltazar
Nuno Aguiar naguiar@negocios.pt 09 de Setembro de 2014 às 10:12
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Ao comentar os últimos desenvolvimentos económicos em Portugal, a ministra das Finanças admitiu que este período de retoma "não será de crescimento contínuo e sem sobressaltos e vemos que as dificuldades de crescimento existem noutros países". "Se quisermos comparar-nos no enquadramento europeu, Portugal está melhor que a média da União Europeia", sublinhou, perante dos deputados.

 

Maria Luís Albuquerque reconheceu que "a dívida é elevada" e que "a situação de crescimento é menos boa". "Continuamos a ter um enquadramento muito exigente e muitos desafios pela frente. Continuamos em Procedimento de Défices Excessivos e com uma dívida elevada", lembrou a ministra, acrescentando que "a fase de emergência está ultrapassada, mas não está tudo resolvido".

 

Paulo Portas, que lidera a comitiva do Governo na última reunião da Comissão de Eventual de Acompanhamento do Programa de Ajustamento Económico e Financeiro, fez na sua intervenção inicial um elogio às conquistas do dos últimos três anos e elogios ao povo português.

 

"Recuperámos passo a passo a nossa autonomia financeira e criar condições para uma viragem de ciclo e um crescimento económico mais sustentável", afirmou o vice-primeiro-ministro, citando números de desemprego e taxas de juro mais baixas, sublinhando uma "homenagem à dignidade e ao bom-senso como o povo português superou aquilo que tenho chamado "anos de chumbo". "Estamos num mundo ideal? Claro que não", acrescentou.

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