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Passos: “Era o que faltava que um apelo à responsabilidade fosse considerado pressão”

Passos Coelho rejeita que tenha pressionado o Tribunal Constitucional por fazer um apelo à responsabilidade.

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 28 de Março de 2013 às 12:46
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O primeiro-ministro recusou, na quarta-feira, 27 de Março, antecipar a decisão do Tribunal Constitucional sobre as medidas do Orçamento do Estado deste ano que incluem os cortes nas reformas. Mas salientou que todos os intervenientes têm responsabilidades e o Tribunal Constitucional “tem também que ter responsabilidade nas decisões que vier a tomar e no impacto que elas possam ter no país.”

 

Questionado esta quinta-feira, 28 de Março, sobre se está a pressionar o Tribunal Constitucional, Passos Coelho respondeu: “Era o que faltava, que um apelo à responsabilidade fosse considerada pressão.” As declarações foram proferidas em Paços de Ferreira.

 

Na quarta-feira o primeiro-ministro afirmou que "vivemos tempos que são tempos históricos e todos temos responsabilidade na forma como lidamos com este tempo histórico", de acordo com a Lusa.

 

Acrescentando que: "tem o Governo [responsabilidade], que não se pode distrair com aspectos menores, deve focar-se no sucesso do programa de ajustamento que está a realizar; as instituições democráticas, todas, além do poder executivo; o Parlamento que tem que ter responsabilidade; o Tribunal Constitucional que tem também que ter responsabilidade nas decisões que vier a tomar e no impacto que elas possam ter no país".

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