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PS defende maior acesso ao crédito pelas empresas e equidade nos sacrifícios

No encontro com a "troika", o PS defendeu ajustamentos no programa de ajuda financeiras, que passam por um maior acesso das empresas ao financiamento e a uma maior equidade "na distribuição dos sacrifícios pelos portugueses."

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 15 de Novembro de 2011 às 19:01
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"Há uma necessidade de atacar no curto prazo algumas das necessidades sentidas pelas empresas portuguesas, designadamente em termos de acesso ao crédito, tendo em vista a existência de capital circulante para exportar", afirmou Eurico Dias, dirigente do PS que esteve reunido com os membros da troika.

O responsável reiterou as críticas do PS ao Orçamento do Estado considerando que este "revela desequilíbrios no que respeita à distribuição de sacrifícios. O PS expressou de forma clara que pretende que o Orçamento reflicta depois do debate na especialidade uma maior equidade na distribuição dos sacrifícios pedidos aos portugueses".

"Estas posições foram transmitidas pelo dirigente socialista Eurico Dias, no final de uma reunião de hora e meia, na sede nacional do Largo do Rato, de uma delegação do PS chefiada pelo secretário-geral, António José Seguro, com os membros da troika Poul Thomsen (FMI) Jürgen Kröger (Comissão Europeia) Rasmus Rüffer (BCE)", de acordo com uma nota publicada no site do Partido Socialista.

O PS reiterou o compromisso do partido em relação ao memorando de entendimento e às metas nele estipuladas para que Portugal continue a receber ajuda externa. Contudo, devido ao facto de as condições de execução do programa se terem alterado "progressivamente" defende ajustamentos.
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