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CCP considera que conclusões de concertação social ficaram aquém do esperado

“Uma reunião cordial, como é habitual, mas pouco conclusiva”, foi como João Vieira Lopes caracterizou o encontro entre os parceiros sociais e o primeiro-ministro Passos Coelho. Governo não mostra grande abertura para rectificar propostas, acusa CCP.

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Diogo Cavaleiro diogocavaleiro@negocios.pt 13 de Novembro de 2013 às 16:51
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O presidente da Confederação do Comercio e Serviços (CCP), João Vieira Lopes, gostou de ter Pedro Passos Coelho como parceiro de negociação na mesa da concertação social. Não houve foi grandes conclusões a tirar daí.

 

“A reunião tem sempre o aspecto de poder debater estas questões [em torno do Orçamento do Estado para 2014] de forma mais detalhada com o primeiro-ministro. Acaba por ter este aspecto positivo. Já em termos conclusivos, considero que não adiantou muito e ficou aquém [do que seria esperado]”, afirmou Vieira Lopes aos jornalistas, declarações transmitidas pelos canais de informação nacionais, depois de uma reunião dos governantes com os parceiros sociais no conselho económico e social.

 

“Uma reunião cordial, como é habitual, mas pouco conclusiva”, atirou o líder da entidade patronal.

 

O presidente da CCP não viu “grande flexibilidade do Governo” para alterar medidas constantes no Orçamento do Estado para 2014, actualmente em discussão parlamentar. “Em algumas questões fiscais mais detalhadas poderá haver abertura. No entanto, sobre a questão que é fulcral para nós – a necessidade de o Governo aumentar a capacidade de liquidez das empresas, pagando atempadamente o que lhes deve (como um eventual acerto de contas com fisco) – não vimos abertura”, acusou João Vieira Lopes.

 

A CCP esteve com a CIP e com as organizações sindicais UGT e CTGP reunidas com o primeiro-ministro, Pires de Lima e Mota Soares para debater a proposta governamental do Orçamento do Estado para 2014. Tradicionalmente, o primeiro-ministro não costuma participar nestes encontros, o que ocorreu este ano.

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