Orçamento do Estado CDS: Orçamento é um risco, uma ilusão e traz mais austeridade

CDS: Orçamento é um risco, uma ilusão e traz mais austeridade

O partido de Assunção Cristas criticou duramente o Orçamento do Estado para 2016 e disse que "no limite" voltar atrás significa voltar a 2011.
CDS: Orçamento é um risco, uma ilusão e traz mais austeridade
Miguel Baltazar
Marta Moitinho Oliveira 16 de março de 2016 às 12:13

O deputado do CDS, Telmo Correia, defendeu esta quarta-feira que o Orçamento do Estado que a esquerda hoje aprova é uma "inversão de marcha" que pode colocar o país de novo em 2011, quando Portugal teve de pedir ajuda externa.

 

"Este Orçamento é de facto, ao mesmo tempo, um risco para a nossa credibilidade e traz mais austeridade. É sobretudo uma ilusão, a ilusão de que é possível ao mesmo tempo dar tudo, pôr a economia a crescer e ainda cumprir regras e fechar as contas", afirmou o deputado durante a sessão de encerramento do debate do Orçamento do Estado para este ano.

 

O deputado afirmou que onde estava gradualismo, o Governo propõe imediatismo, onde estava previsibilidade, "temos imprevisibilidade" e onde havia realizamos há agora "irrealista".

 

Telmo Correia disse que o Orçamento tem um "enorme aumento de impostos indirectos", é um "enorme ataque fiscal de que o sector transportador é um dos principais visados" que, comungado com o fim da reforma do IRC e a proposta do IMI, se transforma num "enorme ataque à economia real". Para o CDS este Orçamento revela também um Governo "familiófobo".

 

"Prometeremos um virar de página, mas as vossas promessas ficaram reduzidas a uma nota de rodapé", conclui.




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