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Cortes orçamentais "vão dar azo a uma magistratura mendiga"

Maria José Morgado critica os cortes anunciados pelo Governo sobre o Departamento de Investigação e Acção Penal e explica que o que vivemos é o reflexo de "uma corrupção sistemática de várias dezenas de anos".

Negócios negocios@negocios.pt 16 de Outubro de 2010 às 12:01
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“O efeito vai ser no mínimo devastador. Os cortes anunciados vão dar azo a uma magistratura mendiga”, afirma a procuradora-geral adjunta, directora do Departamento de Investigação e Acção Penal em entrevista ao "Correio da Manhã".

E explica ao jornal que, com os descontos previstos, associados à subida de escalão no que respeita a impostos, um procurador adjunto “vai passar a ganhar apenas 1.900 euros”.

“Passa-se do 80 para 0 8. O que se lhe pode exigir, nestas condições?”, diz a responsável.

Quanto às razões por detrás do nível de crise atingido em Portugal, Maria José Morgado é peremptória :”estamos a sofrer os efeitos de uma corrupção sistemática de várias dezenas de anos”, explicando que se refere ao que se tem verificado no pós-25 de Abril.

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