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Galamba responde a Teodora com elogios passados a Vítor Gaspar

“Relembro um parecer sobre um Orçamento de Vítor Gaspar, [que considerava que era] prudente, alinhado com a melhor teoria económica”, começou por responder aos jornalistas o deputado do PS, João Galamba, acrescentando que, depois, “falhou todas as previsões”.

João Galamba. Pasta provável: Sem sector atribuído
Vítor Mota/Correio da Manhã
Diogo Cavaleiro diogocavaleiro@negocios.pt 22 de Janeiro de 2016 às 17:09
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O deputado socialista João Galamba rebateu as críticas do Conselho de Finanças Públicas ao esboço do Orçamento do Estado para 2016 com os elogios que este órgão tinha feito a um Orçamento da responsabilidade do ex-ministro das Finanças Vítor Gaspar.

 

"Relembro um parecer sobre um Orçamento de Vítor Gaspar, [que considerava que era] prudente, alinhado com a melhor teoria económica", começou por responder aos jornalistas o deputado do PS, João Galamba, acrescentando que, depois, "falhou todas as previsões".

 

No Parlamento, João Galamba deixou até uma mensagem dirigida a Teodora Cardoso: "Até hoje, o Conselho não se retractou desse parecer".

 

O Conselho de Finanças Públicas classificou a proposta do Ministério das Finanças de Mário Centeno de um Orçamento com "riscos relevantes", falando mesmo na falta de prudências nas previsões. Galamba defende que "todos os exercícios orçamentais contêm riscos significativos". "Sem assumir riscos, não podemos ter resultados", continuou o deputado socialista acrescentando que foram estes que o PS, "conscientemente, decidiu tomar".

 

Para o deputado do PS, o Orçamento consegue cumprir os compromissos com o eleitorado português e com os seus parceiros e cumpre, também, as responsabilidades internacionais. No documento, o Executivo de António Costa prevê um défice orçamental de 2,6% do produto interno bruto, prevendo uma expansão de 2,1% da riqueza do país.

 

Galamba diz que o esboço mostra uma aposta "no crescimento económico e criação de emprego e na melhoria e reforço da protecção social". Entre outros exemplos, os salários até 600 euros vão descontar menos para a Segurança Social e, como já se sabe, a sobretaxa de IRS também vai cair – algo feito à custa do imposto sobre combustíveis, do tabaco e do imposto de selo.

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