Orçamento do Estado Carlos Moedas: Portugal não vai ter novo empréstimo mas sim um “seguro”

Carlos Moedas: Portugal não vai ter novo empréstimo mas sim um “seguro”

O secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro explicou que, no final do programa de ajustamento, Portugal terá apoio europeu para regressar em pleno aos mercados sob a forma de um seguro.
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Rita Faria 22 de outubro de 2013 às 10:54

Carlos Moedas explicou, esta terça-feira, que depois de concluir com sucesso o programa de ajustamento, Portugal deverá conseguir mais apoio dos parceiros europeus, não em forma de um novo empréstimo, mas sim de um seguro que garanta o pleno acesso aos mercados financeiros.

 

“O que temos de fazer é concluir o nosso programa e depois estamos seguros que teremos o apoio dos nossos parceiros”, afirmou o secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro, à margem da conferência da Antena 1/Económico. “O que estamos a falar em Portugal é um apoio de acesso pleno ao mercado em forma de seguro”.

 

Carlos Moedas escusou-se a concretizar que tipo de apoio constitui esse “seguro”, mas assegurou que o apoio europeu pode ser “de variadíssimas formas” e que “um seguro é muito diferente de um empréstimo”.

 

“Aquilo que estamos a fazer é observar países com a Irlanda, que estão à nossa frente, e que estão a olhar para este tipo de mecanismos e apoios dos parceiros, porque estes processos não são binários. Nós estamos concentrados em concluir o programa e vamos concluí-lo”, sublinhou o governante. “O ponto que estamos hoje é de grande esperança para o País”.

 

 

 

 




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