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O que diz a imprensa do Orçamento

O Orçamento do estado é hoje a manchete dos vários jornais nacionais. Mas um Orçamento ainda incompleto, por falha do Governo. Pela primeira vez em 20 anos.

Rita Faria afaria@negocios.pt 16 de Outubro de 2010 às 10:41
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O documento foi entregue pelo Ministro das Finanças quando faltavam apenas 35 minutos para o fim do prazo legal, e sem o relatório com todo o quadro macroeconómico que fundamenta as opções do Executivo, escreve o Diário de Notícias. Esse documento só chegará hoje ao Parlamento. ‘Risco de ilegalidade’, avança o mesmo jornal, embora nenhum partido tenha ousado falar de inconstitucionalidade.



Já o jornal i destaca o peso da austeridade para os portugueses, que vai custar 11,5 mil milhões de euros em 2011. Os ricos vão pagar 11% da crise, enquanto os mais pobres e a classe média terão de suportar a fatia maior, adianta o diário.



Um orçamento ‘amargo’, escreve o jornal Público, que dá a conhecer as medidas de austeridade já apresentadas. O Estado vai pedir um tecto de endividamento até 6,6% do PIB, os impostos e contribuições para a Segurança Social sobem 4%, e os gastos com o subsídio de desemprego descem 6,5%.



Segundo o Correio da Manhã, o aumento da carga fiscal vai traduzir-se numa factura de 3.100 euros por cada português no próximo ano. De acordo com o Orçamento, a receita fiscal deverá subir 3,8% em relação a 2010, podendo o Governo arrecadar 33,2 mil milhões de euros.

O Expresso avança com a notícia de que o PSD se está a preparar para a abstenção, e que terá cancelado uma viagem para negociar até ao dia da votação. O CDS admite a abstenção em conjunto com o PSD, avança o semanário.



A entrega do relatório ficou ontem marcada para as 10:30 de hoje, mas voltou a ser adiada para as 15 horas.

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