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Presidente da bolsa admite que não aprovação do OE pode penalizar mercado

O presidente da Bolsa de Lisboa considera que o mercado pode ser pressionado se a ausência de acordo para o OE 2001 for entendida como factor de incerteza. Veja aqui o vídeo.

Presidente da bolsa admite que não aprovação do OE pode penalizar mercado
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“Se o não haver Orçamento for entendido como um factor de incerteza, isso penalizará o mercado”, disse Luís Laginha, presidente da Bolsa de Lisboa, à entrada para a Conferência “Reformar o Sistema Financeiro”, promovida pela NYSE Euronext e pelo Instituto Português de Corporate Governance.


Para o responsável, os "agentes económicos gostam de ter expecativas estáveis em relação às economias. Portanto, quando há elementos que não nos permitem fazer uma leitura correcta daquilo que é a envolvente, isso normalmente traduz-se numa actuação que é prejudicial".

Nesse contexto, acrescenta, "a não existência de um Orçamento pode ser entendida como um elemnto perturbador e levar a que os investidores penalizem não só a economia portuguesa como um todo, mas, dentro do mercado accionista, aquelas empresas que estão mais expostas à mesma".

“Isso não significa que não existam outras soluções [caso o OE não seja aprovado]”, acrescentou. “Os agentes económicos precisam de ter um quadro estável para tomarem decisões. Havendo mais incerteza, é normal que haja uma penalização das empresas portuguesas”.

O grau como as empresas são afectadas depende “se a empresa está mais exposta ao mercado doméstico, ou se está também noutros mercados que podem amortecer um efeito negativo”, afirmou ainda Luís Laginha.





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