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"Momento não se compadece de quezílias e intrigas políticas"

Teixeira dos Santos pressionou hoje a oposição para que aprove o PEC, apelando ao sentido de responsabilidade e de compromisso dos partidos e sublinhando que o "momento não se compadece com quezílias e intrigas políticas".

António Larguesa alarguesa@negocios.pt 12 de Março de 2010 às 18:34
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Teixeira dos Santos pressionou hoje a oposição para que aprove o PEC, apelando ao sentido de responsabilidade e de compromisso dos partidos e sublinhando que o “momento não se compadece com quezílias e intrigas políticas”.

“O país espera que o sentido de responsabilidade de todos nós permaneça. É desejo do Governo que a política económica e financeira subjacente ao PEC 2010/13 possa obter, nas suas principais medidas e orientações, a solidariedade responsável das diversas forças políticas e parceiros sociais”, afirmou o ministro das Finanças no Parlamento.

Teixeira dos Santos explicou que “é fundamental que os partidos sejam capazes de assumir compromissos que criem condições propicias a uma implementação com sucesso e credível do PEC” e que alertou : “o momento não se compadece com quezílias e intrigas políticas que desviam a atenção dos sérios desafios que o país enfrenta e que dão uma imagem deplorável da classes política”.

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