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Vítor Bento apela a consenso que garanta “estabilidade fiscal e política” nos próximos anos

Economista defende que a atracção de investimento deve ser a prioridade do País. E isso requer estabilidade fiscal e política.

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Rita Faria afaria@negocios.pt 24 de Outubro de 2013 às 14:32
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“Um Orçamento restritivo terá poucas virtudes além de contribuir para a sustentabilidade financeira”, afirmou o presidente da SIBS, num seminário sobre o Orçamento do Estado para 2014.

 

Vítor Bento defende que, face à conjuntura, “devíamos estar preocupados em atrair investimento”. E atrair investimento requer “estabilidade fiscal e política”.

 

“Os investidores não estão preocupados com a estabilidade dos próximos seis meses, mas dos próximos 10 anos. Os partidos políticos principais têm de se entender quanto a essa estabilidade para os próximos anos”, sustentou.

 

O presidente da SIBS reconhece que “o grau de liberdade de escolha que temos é condicionado”, e que esse condicionalismo explica grande parte das escolhas consagradas nos últimos orçamentos do Estado. No entanto, critica, os portugueses têm-se refugiado em “mantras”.

 

“O que temos feito é refugiarmo-nos em mantras como o crescimento económico e a reforma do Estado. Quando tínhamos os recursos todos para gastar não conseguimos crescer. Não há uma forma milagrosa que resolva o nosso problema”, explicou. “Há outro mantra, que temos de ter mais capacidade para negociar com a troika. Vamos sempre arranjando desculpas”.

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