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A evolução do emprego no Estado em quatro gráficos

Entre o final de 2011 e Setembro de 2015, o Estado perdeu mais de um décimo dos funcionários das administrações públicas: 78 mil pessoas. Destes, recuperou desde então cerca de um terço. A partir dos dados oficiais, revelamos que carreiras deram os principais contributos.

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E quais contrariam a redução?
Entre os técnicos superiores, os médicos, os enfermeiros ou os docentes do superior, pelo contrário, já há mais profissionais do que há seis anos.

Carreiras onde o número mais aumentou em termos absolutos, entre Março de 2012 e Março de 2018
Que carreiras perderam mais pessoal?
Assistentes operacionais, docentes do básico e secundário e assistentes técnicos contribuem para a quebra líquida de 51,6 mil funcionários em seis anos.

Carreiras onde o número mais caiu em termos absolutos, entre Março de 2012 e Março de 2018
Que carreiras criaram emprego?
Médicos e técnicos superiores estão entre os que registaram o maior aumento percentual. Forças Armadas entre as maiores quebras. Os docentes subiram no superior, mas caíram no básico e secundário, que pesam mais.

Evolução do número de funcionários públicos, por carreiras, entre Março de 2012 e Março de 2018 (%)
A evolução nas carreiras especiais
Mesmo quando a tendência era de forte redução do emprego público, o número de médicos aumentou. Noutros casos, como nas Forças Armadas, os dados oficiais apontam para consecutivas reduções de pessoal.

Evolução da variação homóloga do emprego (%) em algumas carreiras especiais.
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