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Em 2014 os reformados da Função Pública não vão estar pior que em 2012

Passos Coelho garantiu esta noite que as medidas do Orçamento do Estado para 2014 sobre os pensionistas não vão ser mais gravosas do que as que foram aplicadas em 2012.

Thomas Peter/Reuters
Bruno Simões brunosimoes@negocios.pt 09 de Outubro de 2013 às 22:08
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Confrontado por uma reformada, que perguntou o que é que o primeiro-ministro pensa sobre a redução das pensões de sobrevivência. Passos Coelho sublinhou que o Governo “não está a ir buscar mais” e que não temos uma posição de maior austeridade em 2014 do que tivemos em 2012”.

 

“Não estamos a ir buscar mais, estamos a ir buscar menos. É preciso ter noção que o 13º e 14º mês que foram suspensos em 2012 foram repostos em 2013. Se foram repostos é preciso encontrar forma de voltar a reduzir, e não é possível [fazê-lo] sem mexer em salários e pensões”, explicou o primeiro-ministro.

 

Passos Coelho garantiu que os “pensionistas da área pública terão as mesmas medidas de 2013”, e que “os que têm hoje um critério diferente da Segurança Social verão esse critério tornar-se idêntico ao que se aplica a todos os pensionistas”.

 

Mas o primeiro-ministro concedeu que “isto tem que ser feito com cautela” – os cortes, entenda-se. “Os [pensionistas] que têm menos de 600 euros não vêem as pensões afectadas”, exemplifica. “Quanto menos idosos, menos são afectados”. E avisou: “não é possível manter o défice público sem baixar os salários e pensões. Ainda assim, “não teremos em qualquer caso para os aposentados da função pública em 2014 uma situação pior que em 2012”.

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