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Presidente do BCP pede revisão da Constituição para defender o emprego

Nuno Amado classifica a decisão do Tribunal Constitucional de "muitíssimo infeliz". Veja aqui o vídeo.

Maria João Gago mjgago@negocios.pt 27 de Julho de 2012 às 17:45
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O presidente do Banco Comercial Português criticou hoje a decisão do Tribunal Constitucional em impedir o corte dos subsídios de férias e Natal aos trabalhadores da função pública e pensionistas, classificando-a de “muitíssimo infeliz”.

Nuno Amado, na conferência de apresentação de resultados do BCP, apelou mesmo a uma revisão da Constituição, na sequência da decisão dos juízos do Palácio de Ratton.

''É premente alguma revisão da Constituição, para este e para outros temas, e para haver capacidade de crescimento, de criação e de defesa do emprego” defendeu Amado.

Acrescentou que a decisão do Tribunal Constitucional “vai implicar decisões complementares, que podem significar mais dificuldades para a economia de Portugal”, pois “a situação de partida dos diversos grupos socioeconómicos e de trabalhadores não era a mesma”.

Amado mostra-se assim contra a possibilidade de o Governo cortar os subsídios aos privados, para compensar a decisão do Tribunal Constitucional. Também Fernando Ulrich, CEO do BPI, teceu duras críticas ao Tribunal Constitucional.




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