Função Pública Sindicatos da CGTP protestam esta sexta-feira pelas 35 horas no Estado

Sindicatos da CGTP protestam esta sexta-feira pelas 35 horas no Estado

A Federação afecta à CGTP organiza esta sexta-feira uma concentração junto à residência oficial do primeiro-ministro para exigir a aprovação das 35 horas no Estado.
Sindicatos da CGTP protestam esta sexta-feira pelas 35 horas no Estado
Bruno Simão/Negócios
A Federação Nacional dos Sindicatos de Trabalhadores em Funções Públicas, uma estrutura da CGTP, vai realizar esta sexta-feira um plenário junto à residência oficial do primeiro-ministro para exigir a aprovação imediata das 35 horas de trabalho por semana no Estado.

Os diplomas do PCP, Os Verdes, BE e PS foram aprovados em Janeiro, na generalidade, mas os trabalhos de especialidade ainda decorrem, com a audição das estruturas sindicais.

O ministério das Finanças desmarcou a reunião que tinha convocado para discutir o tema a 31 de Março e ainda não marcou nova data. Estão por divulgar os resultados do estudo que procurou avaliar qual o impacto das 35 horas nos diferentes serviços.

"A ideia que temos é que está tudo parado a ser arrastado no tempo. No Parlamento o processo não avança e o Governo não diz nada, adiou a reunião", afirmou ao Negócios Ana Avoila, coordenadora da Frente Comum, estrutura na qual se integra esta Federação, que também promoveu a greve de 29 de Janeiro.

Na sequência das hesitações do ministro das Finanças, que sempre defendeu que é necessário garantir que da medida não resulta um aumento de custos para o Estado, o primeiro-ministro comprometeu-se no início de Fevereiro a implementar a medida a 1 de Julho. Ainda assim, de vários ministérios, incluindo das Finanças, tem surgido a ideia de que a reposição das 35 horas (contra as 40 horas que hoje vigoram, na sequência de uma decisão tomada durante o programa de ajustamento) podem ser implentadas gradualmente.





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