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Comércio a retalho e restauração estarão sob vigilância reforçada do fisco

Plano de actividades da Inspecção Tributária definiu prioridades para 2013, com o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Paulo Núncio, a assegurar ao “Diário Económico” que a actividade este ano será “fortemente reforçada”.

Negócios negocios@negocios.pt 21 de Maio de 2013 às 09:37
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O fisco irá este ano estar especialmente atento a contribuintes que não declarem rendimentos mas tenham actividade, pessoas com manifestação de fortuna e acréscimos de património não justificados, trabalhadores independentes e ainda a restauração e empresas de comércio a retalho, segundo a edição desta terça-feira do “Diário Económico”.

 

No comércio a retalho, diz o mesmo jornal, os inspectores tributários focarão as suas acções em áreas como o vestuário, os equipamentos electrónicos e informáticos, os materiais de construção e a área alimentar.

 

Estes são alguns dos sectores apontados como prioritários no Plano Nacional de Actividades da Inspecção Tributária e Aduaneira de 2013. “Em 2013, com a entrada em vigor da factura obrigatória e das novas regras de comunicação de facturas, bem como do novo regime de comunicação de documentos de transportes, a Inspecção Tributária é fortemente reforçada”, afirmou ao “Diário Económico” o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Paulo Núncio.

 

Só no primeiro trimestre foram emitidas mais de 900 milhões de facturas, das quais 145 milhões na restauração.

 

Outras áreas que estarão na mira do fisco serão os empreendimentos de construção civil, o comércio de automóveis usados e o comércio por grosso (como a distribuição de medicamentos, por exemplo), aponta o “Diário Económico”.

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