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Panama Papers: Ministro do Petróleo de Angola diz ter consciência dos seus deveres

O ministro do Petróleo de Angola garante, em comunicado, que não cometeu qualquer ilegalidade, nem fez nada de errado com a empresa "offshore" revelada no Panama Papers.

Bloomberg
Negócios 07 de Abril de 2016 às 20:39
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O ministro do petróleo de Angola, José Maria Botelho de Vasconcelos, afastou problemas no seu envolvimento no caso Panama Papers, no âmbito do qual foi relatado que este governante angolano seria accionista de uma "offshore" no Pacífico denominada Medea Investments, uma empresa fundada em 2001 e avaliada em um milhão de dólares.

A companhia, foi noticiado, mudou-se para Samoa em 2006 e tornou-se inactiva em 2009, relata a Reuters.

Esta quinta-feira, 7 de Abril, 
Botelho de Vasconcelos garantiu que não havia nada de errado no seu envolvimento com a firma, que não está activa.

"Em 2001, a Medea Investments foi criada com o objectivo de participar em parceiras que, no entanto, por razões diversas, não chegou a exercer qualquer actividade", declarou, em comunicado, citado pela agência noticiosa.

"Devo reforçar que esta acção de 2001, não põe em causa o meu bom nome, em particular, nem o do país de uma forma geral. Tenho consciência dos meus deveres morais, como cidadão e patriota".

Quando a lista de políticos envolvidos no Panama Papers foi revelada, o Consórcio de Jornalismo de Investigação revelara que não tinha sido possível contactar com o ministro angolano.

O Panama Papers, que contém mais de 11,5 milhões de documentos da companhia de advogados Mossack Fonseca, teve origem em documentação que fizeram chegar ao jornal Süddeutsche Zeitung, que depois fizeram parte da investigação coordenada pelo Consórcio Internacional de Jornalismo de Investigação

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