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Miguel Beleza: No OE “saliento a descida do IRC. Mas o IRC nem devia existir”

Antigo ministro das Finanças defende que o IRC devia ser substituído por um imposto sobre volume de negócios.

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Rita Faria afaria@negocios.pt 24 de Outubro de 2013 às 14:09
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O antigo ministro das Finanças, Miguel Beleza, destacou, esta quinta-feira, algumas das virtudes do Orçamento do Estado para 2014, entre elas, o facto de concentrar os esforços no lado da despesa.

 

“Saliento o facto de uma parte do esforço ser do lado da despesa, o que é positivo”, afirmou Miguel Beleza, num seminário sobre o Orçamento do Estado para 2014.

 

Entre as medidas positivas, o economista destaca ainda a descida do IRC, embora defenda que este imposto não deveria existir.

 

“Saliento também a descida do IRC. Mas eu defendo que o IRC não devia existir – devia ser substituído por um imposto muito baixo sobre o volume de negócios para compensar as externalidades negativas”, explicou. “Defendo IRC zero”.

 

Miguel Beleza disse ainda que o IRS deveria ser substituído por um “imposto sobre a despesa”, e que o IVA devia ser “igual para todos”. “Não se faz política social com impostos indirectos”, sustentou o economista.

 

Questionado sobre a eventual necessidade de um programa cautelar no final do programa de assistência financeira, o antigo governante garantiu ser “completamente a favor de um programa cautelar”. Considera ser suficiente e “a melhor forma de restabelecermos a confiança”.

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