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Ex-patrão da Octapharma terá lavado 70 milhões de euros em sete anos

Lalanda Castro, o antigo líder da farmacêutica Octapharma, está a ser investigado pelo Ministério Público por branqueamento de capitais, revela o Correio da Manhã.

Conhecida no início de 2017, esta operação investiga suspeitas de corrupção nos negócios do sangue. Paulo Lalanda de Castro, o ex-administrador da Octapharma (a farmacêutica que durante anos teve quase o monopólio do fornecimento dos produtos ao Estado) e o ex-presidente do INEM, Cunha Ribeiro, são os principais arguidos no inquérito que também investiga vários médicos que tinham responsabilidade nos concursos de plasma e derivados de sangue. São igualmente arguidos dois advogados e uma representante, à data dos factos, da Associação Portuguesa de Hemofilia. O Ministério Público alega que houve corrupção, activa e passiva, recebimento indevido de vantagem e branqueamento de capitais, o que terá lesado o Serviço Nacional de Saúde em muitos milhões de euros. A investigação continua e não há, para já, notícias de se estar a chegar a uma acusação.
Pedro Catarino
Negócios 12 de Novembro de 2019 às 09:09
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Lalanda Castro, ex-administrador em Portugal da farmacêutica Octapharma e já acusado pelo Ministério Público no caso Máfia do sangue por corrupção, continua a ser investigado pelas autoridades, avança o Correio da Manhã.

Em causa estão as alegadas transferências no valor de 70 milhões de euros para paraísos fiscais em sete anos, de acordo com documentos consultados pelo jornal. Segundo a mesma publicação, o responsável fazia circular o dinheiro por várias contas no Panamá e na Suíça.

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