Justiça Sol: Parte da fortuna de José Sócrates passou pelo ex-presidente da Escom

Sol: Parte da fortuna de José Sócrates passou pelo ex-presidente da Escom

Além de pagamentos do Grupo Lena, 5,5 milhões de euros da fortuna do antigo primeiro-ministro vieram de "offshores" do ex-presidente da empresa do Grupo Espírito Santo, escreve o Sol desta sexta-feira, 17 de Abril.
Sol: Parte da fortuna de José Sócrates passou pelo ex-presidente da Escom
Negócios 17 de abril de 2015 às 10:34

Uma parte dos mais de 20 milhões de euros que o Ministério Público atribui a José Sócrates – e que estão formalmente depositados em nome do empresário Carlos Santos Silva –teve origem numa "offshore" de Hélder Bataglia, presidente da Escom.

 

Segundo registos bancários citados pelo Sol desta sexta-feira, 17 de Abril, uma "offshore" de Bataglia efectuou uma transferência de 6,5 milhões de euros para outra "offshore" de um primo de José Sócrates que vive em Angola.

 

Parte dessa quantia – 5,5 milhões de euros – seria depois transferida para uma conta na Suíça titulada por Carlos Santos Silva, onde, segundo o Ministério Público, o ex-primeiro-ministro acumulou a sua fortuna. A Escom é uma das sociedades do Grupo Espírito Santo que assessorou o negócio da venda dos submarinos.

 

Também o Diário de Notícias desta sexta-feira conta a história de uma empresa suspeita no caso Sócrates, que é também investigada no caso dos vistos gold.

 

Segundo o Ministério Público, citado pelo jornal, a Inteligent Life Solutions terá conseguido desbloquear a emissão de vistos para trazer doentes para Portugal, com a ajuda do ex-ministro da Administração Interna, Miguel Macedo.

 

Um dos sócios da ILS é arguido na Operação Marquês, que envolve José Sócrates. Nesse caso, a ILS surge referida como tendo feito, com Carlos Santos Silva, um contrato de prestação de serviços a uma empresa do Grupo Lena, de modo a assegurar o pagamento de uma segunda remuneração ao antigo primeiro-ministro.




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