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Máximos históricos voltam a brilhar em Wall Street

Os índices bolsistas norte-americanos continuam a tocar em valores nunca antes alcançados, sendo sustentados por resultados melhores do que o esperado e pelos estímulos dos bancos centrais de todo o mundo.

Bloomberg
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O sinal verde em Wall Street continuam bem vivo. As bolsas norte-americanas voltaram esta quarta-feira a ganhar terreno e a renovarem recordes.

 

O índice industrial Dow Jones, que ontem encerrou acima dos 15.000 pela primeira vez nos seus 117 anos de história, ganhou 0,32% para fechar nos 15.105,12 pontos. É o valor mais alto de sempre.

 

Da mesma forma, o S&P 500 está no máximo histórico depois de ter somado 0,41% no dia de hoje, que o deixou nos 1.632,69 pontos.

 

Seguindo a tónica positiva, o Nasdaq avançou 0,49% para os 3.413,267 euros, estando na pontuação mais elevada desde 2000, ano em que a bolha tecnológica começou a perder força.


Os mercados dos Estados Unidos seguiram o sentimento positivo da Europa, onde o Stoxx Europe 600 tocou numa pontuação inédita desde Junho de 2008 e onde o índice germânico Dax visitou o seu recorde.

 

A impulsionar Wall Street estiveram, sobretudo, os resultados de grandes empresas que superaram o previsto pelos analistas. Os estímulos monetários que têm vindo a ser assinalados pelos bancos centrais um pouco por todo o mundo – como o Banco Central Europeu, que cortou a taxa de juro de referência da Zona Euro para o mínimo histórico de 0,5% na semana passada – sustentam as valorizações dos últimos dias.

 

Esta quarta-feira, o Citigroup subiu 2,45% para os 49,29 dólares, liderando os avanços na banca, ao passo que o JPMorgan ganhou 1,26%. A Alcoa avançou 2,66% sendo que empresas como a General Electric e a General Motors fecharam com uma valorização superior a 1%.

 

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