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"Os EUA não vão dar um dólar para salvar a Europa"

Mitt Romney é o candidato republicano que parece estar melhor posicionado para ser o adversário de Barack Obama nas eleições presidenciais de Novembro. Se for o escolhido para a Casa Branca, os europeus já sabem com o que contam.

Eva Gaspar egaspar@negocios.pt 03 de Janeiro de 2012 às 12:53
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Mitt Romney diz que os Estados Unidos têm um interesse superior em que a crise da dívida soberana na Europa seja ultrapassada, assim como as incertezas que pairam sobre o euro, mas não tem dúvidas sobre qual deve ser o papel dos EUA nesse processo: se envolver dinheiro, ou mais recursos para o Fundo Monetário Internacional, deve ser nenhum.

“Os Estados Unidos têm de tomar conta da sua própria crise e não vão dar um dólar para salvar a Europa”, afirma o candidato republicado em entrevista o jornal italiano “la Stampa”.

Romney, antigo governador de Massachusetts, diz ter presente as “repercussões enormes” de um colapso do euro na economia global e na norte-americana, em particular, mas “não nos cabe a nós evitá-lo”. “Os europeus têm a obrigação de resolver a crise deles com os recursos que têm à sua disposição”.

“Alemanha, França, Itália, todos têm meios para pagar as suas dívidas, resolver a crise de confiança, investir e começar a crescer outra vez, desejavelmente através de uma economia verdadeiramente de mercado”, acrescentou.

Mitt Romney parece ser, por ora, o candidato republicano melhor posicionado para vencer as primárias do partido, que se iniciam hoje com a disputa da preferência do eleitorado do Estado de Iowa. Se esse favoritismo se mantiver, será ele o rival do democrata Barack Obama, que procurará a reeleição em 6 de Novembro.



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