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Vendas a retalho ofuscam críticas à Fed e impulsionam fecho de Wall Street

Praças norte-americanas fecharam a subir, impulsionadas pelos dados relativos às vendas a retalho em Novembro.

Carla Pedro cpedro@negocios.pt 14 de Dezembro de 2010 às 21:20
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As principais bolsas do outro lado do Atlântico terminaram no verde, sustentadas pelo anúncio de um aumento das vendas a retalho superior às estimativas dos economistas.

Perto do final da sessão, os mercados accionistas dos EUA entraram em terreno negativo, com os investidores desanimados pelo facto de a Fed ter mantido inalterado o programa de estímulos à economia, que tem demorado a surtir efeitos.

As acções estavam a valorizar na expectativa de novas medidas de apoio à economia norte-americana e houve alguma decepção com a manutenção do “status quo”. No entanto, os bons dados económicos acabaram por pesar mais na tendência e os principais índices das terras do Tio Sam terminaram em alta.

O índice industrial Dow Jones encerrou a ganhar 0,42% fixando-se nos 11.476,62 pontos. O S&P 500 avançou 0,09% para se estabelecer nos 1.241,58 pontos.

Por seu turno, o índice tecnológico Nasdaq valorizou 0,11% para 2.627,72 pontos.

A Reserva Federal norte-americana voltou a deixar os juros em níveis em torno do zero e não alterou o seu plano de estímulos à economia através da compra de obrigações. No mês passado, tinha adicionado a compra adicional de 600 mil milhões de dólares de dívida.

A compra de obrigações “promoverá um ritmo mais forte da retoma económica” e manterá os preços estáveis “ao longo do tempo”, referiu o Comité do Open Market da Fed (FOMC) num comunicado divulgado hoje em Washington após a reunião de dois dias da Reserva Federal.

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