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Ajudas da China à Europa passam por compra da dívida soberana

A China vai continuar a comprar dívida pública a países da União Europeia que enfrentem dificuldades de financiamento nos mercados, especificaram responsáveis europeus sob anonimato.

Hugo Paula hugopaula@negocios.pt 21 de Dezembro de 2010 às 13:59
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A notícia está a ser avançada pelo “Financial Times”, no seguimento das declarações do vice-primeiro-ministro chinês, Wang Qishan, reportadas esta manhã.

O responsável do governo da China disse esta manhã, que o país apoia as acções do Fundo Monetário Internacional para devolver a estabilidade à Zona Euro e sublinhou, sem especificar, que estão a ser tomadas “medidas concretas” para ajudar os países da União Europeia que tenham dificuldades de financiamento.

O Financial Times está a gora a avançar que a China prometeu tomar “medidas concertadas” para apoiar a estabilização financeira da Europa, sitando reponsáveis europeus sem os indentificar. As medidas que incluem a continuação da compra de obrigações de países com dificuldades de financiamento, terão referido os responsáveis.

A China poderá mesmo aumentar as medidas de apoio às economias europeias em dificuldades “se necessário”, segundo referiram os responsáveis europeus sob anonimato.

O esforço de ajudas à União Europeia pela China pode ser explicado pela relação comercial existente entre as duas regiões. O velho continente é o maior mercado de exportações da China e o valor do comércio bilateral os dois países ascendeu a 434 mil milhões de dólares nos primeiros onze meses do ano, recorda a publicação inglesa.

“Do ponto de vista europeu nós valorizamos o apoio da China ao esforço europeu e internacional de salvaguardar a estabilidade financeira na Europa”, disse o comissário europeu para os Assuntos Económicos e Financeiros, Olli Rehn ao Financial Times.

“O epicentro da crise financeira tem sido a Europa e por isso é importante reconhecido que os nossos parceiros internacionais incluindo a China expressem o seu apoio a estes trabalhão tanto verbalmente como por acções”, acrescentou Olli Rehn.



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