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China chega aos 28 mil casos e volta a confinar muitas regiões do país

A China voltou a registar um largo número de infeções por covid-19 e já colocou algumas cidades em confinamento. Na capital, os governantes encerraram a maioria dos negócios não essenciais no maior distrito da cidade.

O incumprimento da Evergrande lançou medo nos mercados. O contágio a outras geografias não se verificou, mas os analistas mantêm o tema debaixo de olho.
Thomas Peter/Reuters
Diogo Mendo Fernandes diogofernandes@negocios.pt 22 de Novembro de 2022 às 11:38
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Os casos de covid-19 estão novamente em rota ascendente na China, levando a novos confinamentos um pouco por todo o país, numa altura em que a China continua com a política de covid-zero em vigor.

A segunda maior economia do mundo deu conta de 28 mil casos esta terça-feira, com vários surtos na capital, na região sul à volta de Cantão e a sudoeste, em Chongqing.

Em Pequim, os governantes encerraram a maioria dos negócios não essenciais no maior distrito da cidade, Chaoyang, que tem cerca de 3,4 milhões de habitantes. Outros locais de entretenimento e restaurantes também foram encerrados em largas partes da cidade e foi dito aos residentes para trabalharem de casa.

"A China está a assistir a um nível recorde de confinamentos", explicou ao Financial Times, o economista-chefe do Nomura.

"É até um pouco pior do que os confinamentos na primavera em Xangai porque existem tantas cidades que estão parcialmente encerradas", completou. De acordo com os cálculos do banco japonês, estima-se que as restrições devido à covid-19 tenham atingido áreas responsáveis por cerca de um quinto do PIB chinês. Os confinamentos em Xangai levaram a uma desaceleração do crescimento económico no segundo trimestre deste ano.

O Centro de Controlo e Prevenção de Doenças de Pequim disse esta terça-feira que a capital está a lidar com o "mais complexo e desafiante" ambiente desde o início da pandemia.
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