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Operadores da bolsa em Hong Kong protestam contra redução da hora de almoço

Os "traders" e operadores da bolsa que, até ao ano passado, tinha o maior período para almoço, vão protestar contra nova redução do período para a refeição.

Hugo Paula hugopaula@negocios.pt 12 de Janeiro de 2012 às 09:23
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O período que os operadores vão ter para estarem longe dos seus terminais de negociação será reduzido de 90 minutos para uma hora, a partir de dia 5 de Março.

A decisão do CEO da bolsa de valores de Hong Kong, Charles Li, destina-se a impulsionar a negociação graças a um período de funcionamento que fica em linha o das praças das bolsas vizinhas, na China.

“Isto vai diminuir a hora de almoço e dar aos participantes do mercado úlceras no estômago”, disse o líder da Lyncean Holdings, Francis Lun, que disse à Bloomberg poder vir a participar no protesto às 16h45 (hora local), nas Praça da Estátua, onde fica a sede da bolsa de valores.

Esta é a segunda redução da hora de almoço a que os agentes do mercado terão de se submeter depois de, no ano passado terem sofrido uma redução das duas horas para a actual hora e meia. Uma decisão em linha com a tomada no Japão, em que o período de almoço foi reduzido e da bolsa de Singupura, onde a hora de almoço foi eliminada.

Actualmente, a praça que tem como principal índice o Hangseng funciona entre as 9h30 até às 15 horas, com uma hora e meia de almoço entre as 11h30 e as 13 horas. A proposta de Charles Li aponta para um período de negociação que vai das 9h30 até às 16 horas, com intervalo de almoço entre o meio dia e as 13 horas.

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