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Acções asiáticas sobem para o nível mais elevado das três últimas semanas

O índice MSCI Ásia – Pacífico negoceia ao nível mais elevado das últimas três semanas e é animado por optimismo para a época de resultados e estimativas de crescimento.

Hugo Paula hugopaula@negocios.pt 14 de Julho de 2010 às 07:41
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As acções asiáticas subiram e preparam-se para encerrar ao nível mais elevado das últimas três semanas, animadas pelos resultados da norte-americana Intel e pela revisão em alta do crescimento de Singapura.

O MSCI Ásia – Pacífico avança 1,3% para 117,50 pontos e prepara-se para encerrar ao nível mais elevado desde 22 de Junho, com cerca de sete acções a subir por cada uma que desce. O índice negoceia agora 9% abaixo do máximo em que negociou a 15 de Abril, com os investidores a recearem que a crise orçamental da Europa penalize o ritmo de crescimento mundial.

“Os resultados da Intel podem ser um percursor de uma época de resultados potencialmente robusta nos Estados Unidos”, disse o gestor de fundos do Platyplus Asset Management, Prasad Patkar à Bloomberg. “Os mercados estiveram muito fracos com a expectativa de que a economia norte-americana iria ter uma recaída e este pode ser um catalizador para reavaliar esse pessimismo. A expansão económica de Singapura sinaliza forte procura dos seus parceiros comerciais”.

O Nikkei apreciou 2,63% para 9.787,80 pontos em Tóquio, enquanto o Topix progrediu 1,91% para 870,67 pontos. O australiano S&P/ASX 200 avançou 1,5% e o neozelandês NZX 50 aprecia 0,7%. O Strait Times de Singapura valoriza 0,7%.

O Hang Seng de Hong Kong avança 1% para 20.640,68 pontos, animado essencialmente pelo Grupo Lenovo, o maior fabricante de computadores da China, que sobe 5,9% animado pelos resultados da Intel.

“Os fabricantes de computadores asiáticos vão prosperar com os resultados das tecnológicas norte-americanas”, disse a estratega da unidade de Hong Kong do Citibank, Catherine Cheung à Bloomberg.

O Shangai Composite ascende 1,1%, com especulação de que os resultados das cotadas vão resistir ao abrandamento da recuperação económica. O índice é o que mais desce este ano na região, ao descer 24% desde o início do ano, devido aos esforços regulativos do governo, que procura reduzir o risco de bolhas especulativas no mercado imobiliário.

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