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Bolsas dos EUA fecham a subir animadas pelo sector da energia

Produtores ligados a matérias-primas e algum alívio de pressão sobre a Europa acabou por animar a sessão bolsista e travar as perdas provocadas pelo Citigroup e pela Apple.

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 18 de Janeiro de 2011 às 21:26
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O Dow Jones subiu 0,43% para 11.837,93 pontos, o Nasdaq avançou 0,38% para 2.765,85 pontos e o S&P500 valorizou 0,14% para 1.295,02 pontos.

A subida dos índices está relacionada com os ganhos registados por acções como a Alcoa. As acções da fabricante ligada ao alumínio subiram 1,88% para 16,27 dólares, a beneficiar da subida dos preços das matérias-primas devido à queda do dólar frente à divisa europeia.

A aliviar a pressão esteve também o compromisso dos ministros das Finanças europeus em controlarem a crise de dívida que está a assolar a Europa.

Em destaque estiveram também as acções da Boeing, ao valorizarem 3,43% para 72,47 dólares. A fabricante de aviões voltou a adiar a entrega dos 787 Dreamliner para o terceiro trimestre deste ano, mas era uma data já prevista pelos analistas, pelo que acabou por surgir como uma notícia positiva.

Do lado das quedas, o Citigroup deslizou 6,43% para 4,80 dólares, depois de ter apresentado um resultado líquido de 1,31 mil milhões de dólares (983,62 milhões de euros) no quarto trimestre. Os lucros realizados nos últimos três meses de 2010, equivalem a um resultado de quatro cêntimos por acção, segundo a Bloomberg. Este lucro ficou aquém do esperado pelos analistas, que apontavam para um resultado de sete cêntimos por acção.

A Apple também cedeu 2,25% para 340,65 dólares, depois de ter chegado a desvalorizar mais de 6%, com os investidores a revelarem receios da ausência de Steve Jobs na liderança da empresa. Ontem, o presidente da empresa enviou um e-mail aos funcionários a revelar que tinha posto uma licença médica, o que fez com que os investidores penalizassem as acções da empresa, com receios do impacto da ausência do responsável.

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