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China toma "medidas concretas" para ajudar Europa com a crise da dívida

A China disse hoje apoiar os esforços da União Europeia no combate à crise da dívida soberana, segundo disse o vice-primeiro-ministro da China esta manhã.

Hugo Paula hugopaula@negocios.pt 21 de Dezembro de 2010 às 08:44
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O país apoia as medidas do Fundo Monetário Internacional e diz que “tomou medidas concretas para ajudar alguns Estados-Membros para a contrariar a crise da dívida soberana”, disse Wang Qishan, responsável do governo chinês à entrada da terceira Cimeira de Diálogo Económico e Comercial.

Declarações que animaram os investidores e levaram a moeda única europeia a valorizar face a 14 das 16 principais divisas com que negoceia. A suportar os ganhos do euro está a expectativa de que as medidas do governo chinês, que detém 2,65 biliões de dólares em reservas estrangeiras, venha a abrandar a crise orçamental no Velho Continente e a suportar os ganhos da bolsa nacional.

“Os membros da União Europeia tomaram medidas para responder activamente aoà crise da dívida soberana”, disse Wang Qishan. “Esperamos que esses venham a produzir resultados rapidamente e que levem a uma recuperação estável das economias na União Europeia”, acrescentou.

A euro negoceia agora ligeiramente inalterado face ao dólar. O anúncio da Moody’s de que poderá vir a cortar o “rating” da dívida portuguesa em um ou dois níveis, está a limitar os ganhos da divisa europeia.

O euro aprecia 0,08% para 1,3141 dólares depois de ter chegado a apreciar 0,54% face à moeda norte-americana. Ainda assim, a moeda única contraria as perdas das últimas duas sessões e em que chegou a negociar em mínimos de dias semanas face ao dólar.

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