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G8 junta-se mas não decide nada sobre forma de lidar com Kadhafi

As maiores forças do mundo reuniram-se mas a França, actual presidente, não conseguiu conduzir à aceitação de uma área de navegação aérea restrita na Líbia.

Diogo Cavaleiro diogocavaleiro@negocios.pt 15 de Março de 2011 às 17:43
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As oito maiores potências mundiais encontraram-se para chegarem à conclusão que precisam de fazer pressão para que Kadhafi abandone o poder. Como? Não sabem.

De acordo com o "Expansión", os países limitaram-se a mostrar o seu apoio ao povo líbio, mas não quiseram tomar qualquer tipo de acção sem o consentimento do Conselho de Segurança, da Liga Árabe e dos países da região.

Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão, Reino Unido, Rússia formam o grupo de países, cujos ministros dos Negócios Estrangeiros pediram a Kadhafi o "respeito às legítimas reivindicações da população" e avisaram sobre as "perigosas consequências" de uma resposta negativa do líder a esses pedidos populares, segundo a declaração oficial.

A decisão de uma zona de proibição de navegação aérea na Líbia foi, por agora, deixada para o Conselho de Segurança das Nações Unidas, escreve a AFP. A França, na presidência temporária do conjunto, não conseguiu, então, persuadir os seus parceiros para apoiarem esta medida. De acordo com a Bloomberg, a Alemanha é um dos países que está muito céptico no apoio a esta posição.
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