Mundo Jornalista francês não reconhece Marcelo nem Guterres

Jornalista francês não reconhece Marcelo nem Guterres

O jornalista francês Martin Weill está nos Estados Unidos a cobrir toda a campanha das eleições presidenciais norte-americanas. Esta terça-feira esteve a cobrir a 71ª sessão da Assembleia Geral da ONU e protagonizou um momento embaraçoso.
Jornalista francês não reconhece Marcelo nem Guterres
Negócios 21 de setembro de 2016 às 01:18

Martin Weill é um jornalista francês do programa Quotidien, do canal TMC, que está nos EUA, entre Setembro e Novembro, a cobrir diariamente a campanha das eleições presidenciais naquele país. Esta terça-feira, 20 de Setembro, foi até Nova Iorque, por ocasião da 71ª sessão da Assembleia Geral da ONU, e aproveitou para tentar saber a opinião de representantes de outros países sobre uma possível passagem de mandato de Barack Obama para Donald Trump.

 

No vídeo de pouco mais de 4 minutos que passou no programa Quotidien, quando António Guterres passa (minuto 2:44) Weill diz que com diplomatas - sendo notório que não reconhece o candidato a substituir Ban ki-moon no mais alto cargo das Nações Unidas - não está a ter muita sorte e que é melhor tentar mais altos dignitários. Isto depois de ter falado com alguns representantes de países que preferiram não se pronunciar sobre Trump.

 

Mas o verdadeiro momento de embaraço é quando fala (minuto 4:23) com Marcelo Rebelo de Sousa. O jornalista abordou o chefe de Estado, sem saber quem era, e perguntou-lhe se se sentia inquieto em relação às eleições presidenciais de 8 de Novembro nos EUA. Marcelo respondeu que preferia não tecer comentários sobre os problemas de outros países, sobretudo "países amigos".

 

É então que Weill lhe pergunta a que comitiva pertence. Marcelo Rebelo de Sousa diz que faz parte da delegação portuguesa. Weill pergunta-lhe então qual o cargo que ocupa. "Sou o Presidente da República de Portugal", responde Marcelo.

 

No estúdio, a reacção de Yann Romain Barthès, que conduz o programa Quotidien, não se fez esperar. Por entre os risos na plateia, Barthés brinca com a situação e diz-lhe que provocou um incidente diplomático entre França e Portugal. Ao que Weill responde: "Fica prometido que vou rever os [nomes dos] chefes de Estado".

 




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