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Matérias-primas levam acções da Ásia e Pacífico para máximos de cinco semanas

As acções asiáticas negoceiam animadas pelo sector das matérias-primas e apesar da queda dos exportadores japoneses, que são penalizados pela apreciação do iene.

Hugo Paula hugopaula@negocios.pt 14 de Dezembro de 2010 às 08:49
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O índice MSCI Ásia – Pacífico progride 0,6% para 135,00 pontos e negoceia no valor mais elevado desde dia 9 de Novembro, com cerca de três acções a subir por cada uma que deprecia. O índice corrigiu já totalmente as perdas de 0,3% da última semana, em que os receios de que os reguladores da China penalizassem o crescimento para impedir o agravamento da inflação.

“Os receios de uma subida das taxas de juro na China não chegaram a realizar-se até agora”, disse o gestor do Pengana Capital, Tim Schroeders, à Bloomberg. “Existe um sentimento de alívio nos mercado. Isto pode ser apenas temporário porque as autoridades chinesas estão a ficar cada mais preocupadas com o risco de as pressões inflacionistas minarem o potencial da economia de longo prazo”.

Em Tóquio, o Nikkei 225 progrediu 0,22% para 10.316,77 pontos e o índice Topix ganhou 0,50% para 901,89 pontos. A terceira maior fabricante de rolamentos do mundo, NTN Corp., ascendeu 5,2% para 449 ienes (4,035 euros), depois de o Crédit Suisse ter subido a sua recomendação de “neutral” para “outperform”.

O australiano S&P/ASX 200 ascendeu 0,2% e o Kospi, da Coreia do Sul, ganhou 0,6%. O índice Hang Seng, de Hong Kong, está a apreciar 0,2%.

As cotadas do sector de matérias-primas e energia foram as que mais valorizaram na sessão asiática de hoje, com a australiano OZ Minerals a subir 5,8% para 1,73 dólares australianos (1,29 euros), enquanto a Korea Zink avançou 3,9% para 304 mil won.

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