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Protestos na Líbia levam Wall Street a cair mais de 1% (act)

Bolsas norte-americanas, que estiveram ontem encerradas, estão a reflectir a escalada da violência nos países do Médio Oriente, sobretudo na Líbia.

Negócios negocios@negocios.pt 22 de Fevereiro de 2011 às 14:41
O aumento dos protestos nos países do Médio Oriente, sobretudo na Líbia, está a gerar perdas acentuadas nas bolsas norte-americanas, que estão a ser penalizadas também pela subida do preço do petróleo e pelos resultados abaixo dos esperado da Wal-Mart.

O Nasdaq recua 1,6% para 2.788,74 pontos para e o S&P500 cede 1,1% para 1.328,22 pontos. O Dow Jones é o único dos principais índices a cederem menos de 1%, apresentando uma queda de 0,73% para 12.301,3 pontos.

As bolsas europeias já sofreram perdas devido à situação que se vive no Norte de África e Médio Oriente, mas as bolsas norte-americanas estiveram encerradas, pelo que só hoje reflectem a situação.

A escalada da violência na Líbia originou uma forte subida nos preços do petróleo, pelo que as companhias aéreas são das mais penalizadas. A United Continental Holding e a AMR desvalorizam mais de 5%, com os investidores a temerem que a subida dos preços dos combustíveis penalize os resultados das companhias aéreas.

A penalizar os índices está também a Wal-Mart, que desce 2,9% depois de ter apresentado resultados que ficaram abaixo do esperado, com as vendas a descerem pelo sétimo trimestre consecutivo.

Já a Home-Depot apresentou resultados favoráveis, pelo que valoriza 0,8%.

O Bank of América contribui para as perdas em Wall Street, com uma desvalorização de 3,3%, depois de ter quase duplicado o valor das imparidades da unidade de cartões de crédito para 20,3 mil milhões de dólares.

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