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Sócrates agradece "empenho pessoal" de Hu Jintao para que relações comerciais dupliquem até 2015

"A visita do senhor presidente foi uma visita que se centrou muito no reforço da cooperação económica entre os dois países, isso é da maior importância para desenvolver também e dar uma ambição a uma relação política que é excelente entre os dois países", disse Sócrates.

Lusa 07 de Novembro de 2010 às 01:18
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O primeiro-ministro, José Sócrates, afirmou hoje que os acordos assinados com a China trarão uma “maior equilíbrio” às relações comerciais entre ambos os países, sendo expectável que estas dupliquem até 2015. “Quero agradecer-lhe o seu empenho pessoal, antes e durante esta visita, para que, nas relações comerciais entre Portugal e a China pudesse haver, em primeiro lugar, uma nova ambição para 2015 de duplicar as relações entre os dois países, o comércio entre os dois países, mas que pudéssemos também dar um impulso pela parte chinesa para que haja mais investimento chinês em Portugal e para que essa relação seja uma relação equilibrada, de modo a que os dois povos possam beneficiar dessa ambição”, afirmou o chefe do Governo português.

Sócrates falava no final do encontro com o presidente da República Popular da China, Hu Jintao, que decorreu no ministério dos Negócios Estrangeiros e onde foram assinados vários acordos institucionais e empresariais entre as duas delegações.

Neste contexto, o primeiro-ministro sublinhou o papel destes acordos, “na expressão da vontade das autoridades chinesas de incentivo às empresas chinesas para investir em Portugal”.

“A visita do senhor presidente foi uma visita que se centrou muito no reforço da cooperação económica entre os dois países, isso é da maior importância para desenvolver também e dar uma ambição a uma relação política que é excelente entre os dois países”, assinalou.

Na sua intervenção, José Sócrates evocou “a história e o passado” das relações entre a China e Portugal para dizer que existe também “um futuro à nossa frente”: “É esta relação especial que nos inspira no desenvolvimento da relação comercial entre os dois países”.

Os acordos assinados, segundo o chefe do executivo, constituem uma “diversificação da cooperação económica” entre ambas as nações, em áreas como o turismo, as tecnologias de informação ou as telecomunicações.

Dirigindo-se a Hu Jintao, Sócrates afirmou que esta visita de dois dias do presidente da República Popular da China “honra” e “distingue” Portugal e que esta é “uma prioridade da política externa” portuguesa.

O primeiro-ministro apontou ainda o que disse serem os três pilares fundadores das relações entre Portugal e a China – o acordo de parceria estratégica global assinado em 2005, Macau e as relações no quadro da União Europeia.

No final, Sócrates referiu-se também à sua visita ao Oriente, no próximo fim-de-semana, para participar no Fórum Macau.

“Eu quero sublinhar a importância que Portugal atribui a esse fórum”, disse, sublinhando que este quadro de desenvolvimento da cooperação entre a China e os países de expressão portuguesa é uma das áreas “mais promissoras e mais importantes” das relações entre Lisboa e Pequim.

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