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Trump acusado de violar a lei por reter a ajuda militar aprovada à Ucrânia

Supervisor responsável pelas auditorias das contas públicas do governo dos EUA diz que a "lei não permite que o presidente substitua as suas prioridades políticas pelas que foram promulgadas pelo congresso".

EPA
Sábado 16 de Janeiro de 2020 às 16:45
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O presidente dos EUA, Donald Trump, foi acusado de violar a lei federal por reter a ajuda militar à Ucrânia aprovada pelo congresso, anunciou, esta quinta-feira, a agência de Prestação de Contas do Governo dos EUA

"A execução fiel da lei não permite que o presidente substitua as suas prioridades políticas pelas que foram promulgadas pelo congresso", explicou o órgão responsável pelas auditorias das contas públicas do governo dos EUA, considerando que "a retenção não foi um atraso programático" mas sim uma decisão política do Departamento de Administração e Orçamento. 

A agência deu, assim, razão ao argumento dos Democratas no Congresso, que acusam Donald Trump de ter colocado os seus interesses políticos (a investigação de um seu adversário político) sobre os interesses do país (ajudar a Ucrânia a combater os interesses ilegítimos da Rússia, no leste daquele país).

Esta quarta-feire, recorde-se, o plenário da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou esta quarta-feira o envio dos dois artigos do processo de impeachment contra Trump, aprovadas em dezembro. A Ucrânia é peça-chave deste processo, visto que o chefe de estado foi acusado de abuso de poder pressionar a Ucrânia a anunciar uma investigação ao rival do Partido Democrata, Joe Biden. Uma das "armas" usadas para ter sucesso foi a retenção da ajuda militar, como agora revelou o supervisor. 
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