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Wall Street volta a cair e recua em sete das últimas oito sessões

As praças norte-americanas seguiram o comportamento da Europa Ocidental e encerraram em queda. As novas previsões do FMI pressionaram a sessão.

Diogo Cavaleiro diogocavaleiro@negocios.pt 16 de Julho de 2012 às 21:39
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As bolsas dos Estados Unidos voltaram às quedas. Depois de recuperarem, na sexta-feira, do ciclo de seis deslizes consecutivos, as praças voltaram hoje ao vermelho.

O índice bolsista Dow Jones desceu 0,39% para os 12.727,21 pontos, contando com desvalorizações de 23 das 30 cotadas. Já o S&P 500 cedeu 0,23% e terminou nos 1.353,63 pontos. O tecnológico Nasdaq também não escapou às perdas e encerrou nos 2.896,94 pontos, com um recuo de 0,40%. As praças norte-americanas mantiveram o desempenho que se registou entre as principais bolsas da Europa Ocidental.

A pressionar os investidores estiveram, sobretudo, as novas previsões do Fundo Monetário Internacional (FMI), com estimativas inferiores às anteriores. A redução, em uma décima, da previsão de crescimento para a economia global para 3,5%, em 2012, e a descida da estimativa de expansão de 4,1% para 3,9%, em 2013, foram os destaques dos novos números do FMI.

Já os Estados Unidos deverão crescer 2,2%, menos uma décima do que se previa em Abril, de acordo com o FMI. Os EUA estão a caminho de um “precipício orçamental”, indica a associação.

Estas informações, juntamente com a descida inesperada de 0,5% de vendas a retalho nos EUA em Maio, quando os economistas apontavam, pelo contrário, para um aumento, trouxeram pessimismo para os investidores.

Em termos empresariais, o Citigroup somou 0,60% para os 26,81 dólares, após a divulgação de uma queda dos lucros inferior à esperada. O Goldman Sachs valorizou-se 0,26% para os 97,68 dólares por acção.

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