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Alexandre Relvas diz que Tribunal Constitucional não deve intervir na "vida pública"

"Espero um elevadíssimo sentido de responsabilidade dos juízes do Tribunal Constitucional e que prevaleçam critérios jurídicos e não políticos nesta decisão", disse o antigo director de campanha de Cavaco Silva

Relvas: "Baixa política entrou na campanha eleitoral" (act.)
Lusa 16 de Janeiro de 2013 às 08:09
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O militante social-democrata Alexandre Relvas considerou na terça-feira, em entrevista à Rádio Renascença, que o Tribunal Constitucional não deve intervir na "vida pública", esperando um "elevadíssimo sentido de responsabilidade" da entidade na fiscalização do Orçamento do Estado.


"Espero um elevadíssimo sentido de responsabilidade dos juízes do Tribunal Constitucional e que prevaleçam critérios jurídicos e não políticos nesta decisão", disse à estação de rádio o empresário e antigo director de campanha do actual Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva.

 

Para o empresário da Logoplaste, "não é aceitável que haja uma tentativa de fazer intervir o Tribunal Constitucional na vida política".

 

O presidente do Tribunal Constitucional (TC) decidiu incorporar os quatro pedidos de fiscalização de normas do Orçamento do Estado para 2013 num único processo, disse à Lusa fonte daquele organismo.

 

Os pedidos de fiscalização entregues pelo Presidente da República, pelo Provedor de Justiça, por deputados do PS e por deputados do PCP, BE e PEV foram incorporados no mesmo processo, o que significa que haverá apenas um acórdão.

 

Na entrevista à Renascença, Alexandre Relvas diz que é urgente uma remodelação governamental, afirmando, sem avançar nomes, que "é publico e notório aqueles que devem ser remodelados".

 

Sobre o papel do PS no debate da reforma do Estado Social, cujo alheamento é inaceitável para Alexandre Relvas, estão agora em cima da mesa três opções: "ou [o PS] diz que quer manter esta despesa, ou diz que quer aumentar impostos, ou tem uma terceira opção, dizer que pede um novo resgate".

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