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Passos Coellho: “Aquilo que me anima é possibilidade de poupar o País a uma consequência desastrosa”

Pedro Passos Coelho considera que tem condições para permanecer no cargo de primeiro-ministro porque tem cumprido aquilo a que se comprometeu. “Se falhar a minha missão, é o País inteiro que falha”.

Bruno Simão/Negócios
Diogo Cavaleiro diogocavaleiro@negocios.pt 09 de Outubro de 2013 às 23:26
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O primeiro-ministro pensa que os resultados da sua actuação têm sido “favoráveis”, em linha com o que se esperava e com aquilo com que se comprometeu. E que, se falhar, todo o País falha.

 

“Aquilo que me anima todos os dias é a possibilidade de poupar o País a uma consequência desastrosa de qualquer crise política ou do incumprimento das obrigações a que nos comprometemos”, defendeu Pedro Passos Coelho no programa da RTP1 “O País Pergunta”, em que cidadãos fizeram perguntas ao primeiro-ministro.

 

Passos Coelho respondia a uma pergunta sobre a crise política de Julho, em que Vítor Gaspar se demitiu de ministro das Finanças e em que se deu, depois, a demissão “irrevogável”, entretanto retirada, de Paulo Portas. E acrescentou: “talvez um dia seja possível falar de forma distendida dos momentos difíceis pelos quais passámos”.

 

Sobre o seu papel enquanto primeiro-ministro, Passos Coelho está “determinadíssimo” de que vai poder entregar, enquanto chefe do Governo, “um resultado ao País como o País merece”. Pelo menos é essa a avaliação que têm feito os credores externos, relembrou. Depois das dificuldades económicas que actualmente estão a ensombrar Portugal, Passos Coelho quer que se viva a retoma económica - quer gerar um “modelo de crescimento no futuro que não seja tão mau como aquele que tivemos no passado”.

 

“Se falhar a minha missão, é o País inteiro que falha”, defendeu-se.

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