Política Bloco de Esquerda pede "afastamento rápido" de Tomás Correia

Bloco de Esquerda pede "afastamento rápido" de Tomás Correia

Catarina Martins disse esperar que a situação do afastamento de Tomás Correia seja "resolvida muito rapidamente", porque "é a única decisão que pode ser tomada", acrescentando que Tomás Correia que "não tem idoneidade bancária" segundo várias instituições.
Bloco de Esquerda pede "afastamento rápido" de Tomás Correia
Paulo Cunha/Lusa
Lusa 06 de março de 2019 às 14:45

A coordenadora do BE, Catarina Martins, defendeu hoje que o presidente da Associação Mutualista do Montepio, Tomás Correia, deve ser "afastado rapidamente" da direção daquele organismo, considerando que "não tem idoneidade bancária".

 

"Tomás Correia não pode estar à frente da Associação Mutualista. Do nosso ponto de vista tarda em reagir o regulador, tarda em agir o Governo", declarou Catarina Martins, à margem de uma sessão pública na Universidade do Porto sobre "Precários da Universidade do Porto: Ninguém pode ficar para trás".

 

Catarina Martins disse esperar que a situação do afastamento de Tomás Correia seja "resolvida muito rapidamente", porque "é a única decisão que pode ser tomada", acrescentando que Tomás Correia que "não tem idoneidade bancária" segundo várias instituições.

 

"Para nós isto é uma situação insustentável e que vimos denunciando há muito tempo no parlamento", recordou.

 

O jornal Público avançou hoje numa notícia com o título "Tomás Correia pôs em ata que tem de ser o Montepio a pagar as suas multas", que Tomás Correia acautelou, em março do ano passado, que o banco se responsabilizasse pelo pagamento dos custos em que pudessem incorrer os "administradores pelos processos relacionados com a sua atividade" ou resultantes de "documentos emitidos por entidades oficiais".

 

Segundo o Público, o supervisor aplicou multas que perfazem 2,5 milhões de euros à equipa de Tomás Correia, com uma multa de 1,25 milhões de euros para o presidente da mutualista.

 

O líder da Associação já informou que vai recorrer da contraordenação do Banco de Portugal.

 




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