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Carlos Silva: “Não assinarei qualquer acordo que tenha em consideração a perda de direitos dos portugueses”

Líder recém-eleito da UGT rejeitou o rótulo de radical, a não ser que isso signifique defender os trabalhadores e os seus direitos. Carlos Silva garantiu que a UGT não dará cobertura a mais cortes do Governo.

Miguel Baltazar/Negócios
Bruno Simões brunosimoes@negocios.pt 27 de Abril de 2013 às 21:38
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“Não assinarei qualquer acordo que tenha em consideração a perda de direitos dos portugueses”, afiançou esta noite Carlos Silva, no XIX Congresso do PS, em Santa Maria da Feira. O dirigente sindical lembra que “há mais de um ano que a UGT e o PS defenderam políticas para o crescimento e emprego”, e que o Governo se virou para elas “tardiamente”. “Andaram a fazer o quê durante um ano?”, questionou.

 

Carlos Silva atirou ainda um recado para quem o vê como radical. “Sou socialista e sempre o assumi. Eu não sou radical”, garantiu, porque “se radical é defender os trabalhadores, é defender os seus direitos, é defender o diálogo, é defender que não podemos continuar com políticas de austeridade, então serei sempre radical, porque esse é o meu mandato e a minha luta”, destacou.

 

O líder da UGT defendeu o “pacto para o emprego” apresentado por António José Seguro, e garantiu que na central sindical vai haver “um movimento mais forte, mais dinâmico, mais reivindicativo, mais justo e mais fraterno”.

 

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