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Catroga diz que Sócrates “devia estar a ser julgado”

O antigo ministro das Finanças de Cavaco Silva mantém uma atitude crítica sobre o legado de Sócrates. Catroga lembra que “José Sócrates levou o país à falência”.

Correio da Manhã
David Santiago dsantiago@negocios.pt 24 de Outubro de 2013 às 16:02
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O antigo governante Eduardo Catroga, que foi o homem escolhido pelo PSD para negociar o programa de resgate com a troika e que chegou a ser ventilado para reocupar a pasta das Finanças depois da vitória de Passos Coelho, primeiro-ministro, voltou a atacar o legado e o percurso do anterior primeiro-ministro, José Sócrates.

 

Em entrevista à "Antena 1" esta quinta-feira, Catroga disse que José Sócrates “devia estar definitivamente enterrado e até devia estar a ser julgado pelos erros de gestão”. “Estamos perante uma tentativa de lavagem política de José Sócrates que levou o país à falência”, considerou o chairman da EDP.

 

Desde a entrevista de Sócrates ao "Expresso" têm surgido várias informações que sugerem que Passos Coelho fora convidado para ser vice primeiro-ministro numa coligação com José Sócrates, antes de o PSD ter vetado o PEC4. Luís Amado terá aludido a esta hipótese num telefonema a Ângelo Correia, considerado o “pai” político de Passos Coelho, escreve hoje o "Público".

 

Catroga comentou, em relação a esta questão, que “um bloco central com José Sócrates nunca seria viável” porque este “não tem vocação para coligações”. O ex-ministro no tempo de Cavaco Silva lamenta, ainda, que o PSD não tenha “dado mais dois, três ou quatro meses de vida [ao Governo de Sócrates] com o PEC4” para que o antigo líder do PS ficasse “definitivamente enterrado.

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